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Bia Haddad perde para Halep e é vice no WTA 1000 de Toronto

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A brasileira Bia Haddad Maia foi superada pela romena Simona Halep, por 2 sets a 1 (parciais de 6/3, 2/6 e 6/3) neste domingo (14), e ficou com o vice-campeonato do WTA 1000 de Toronto (Canadá).

Esta campanha foi histórica, pois foi a primeira vez que uma representante do Brasil chegou em uma decisão de nível 1000 (que está abaixo apenas dos torneios de Grand Slam) na era aberta (moderna) do tênis, que começou em 1968. A trajetória, que, entre outras, contou com vitórias sobre a canadense Leylah Fernandez (vice-campeã da edição 2020 do US Open), a polonesa Iga Świątek (líder do ranking mundial) e a suíça Belinda Bencic (campeã olímpica), deixou a brasileira na 16ª posição no ranking da Associação Internacional de Tênis Feminino (WTA, sigla em inglês).

 A entrada da tenista no top 20 do mundo será confirmada na atualização da lista na próxima segunda-feira (15). Essa é a melhor posição já alcançada por uma atleta nacional (na década de 1960, quando Maria Esther Bueno colecionou títulos, o ranking mundial ainda não existia).

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Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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