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Eleições 2022

Em um ritmo intenso de campanha, Juca do Guaraná reúne cerca de 2 mil evangélicos

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MATO GROSSO

Em um ritmo intenso de campanha, o candidato Juca do Guaraná Filho (MDB) reuniu nesta segunda-feira (19), cerca de duas mil pessoas do segmento evangélico, no espaço Vitrinni, localizado no Jardim das Américas, em Cuiabá. O encontro contou com a presença de pastores e líderes religiosos da Capital e de Várzea Grande. 
 
Com uma fala sobre união e fé, Juca firmou seu compromisso com o segmento evangélico e garantiu representatividade na Assembleia Legislativa. “Serei o representante de vocês na Casa de Leis. Meus princípios serão honrados, inclusive, minha bandeira, continuará sendo a família. As igrejas são verdadeiros hospitais, que acolhem e mudam as vidas das pessoas. A igreja, inclusive, ajuda o Estado tirando pessoas das drogas e da criminalidade. Os cristões entrarão comigo na Assembleia Legislativa de Mato Grosso”, disse Juca. 

Juca do Guaraná

 
“Eu estou com vocês e é com a força de cada uma aqui presente, que nós vamos fazer a diferença”, pontuou o emedebista.
 
O pastor Fábio Senna, presidente do Conselho de Ministros Evangélicos (Comec-MT), destacou o compromisso do Juca com o segmento evangélico, na luta pelas reaberturas das igrejas na pandemia. “Juca sempre esteve com o povo de Deus. Ele foi um incentivador da reabertura dos templos durante a pandemia. Sabemos que com o Juca na Assembleia teremos voz e vez. O povo de Deus precisa de um representante ativo no Legislativo”, destacou o pastor, ao público. 
 
A pastora Giselle Venturelle, do Instituto Vida, em Várzea Grande, comemorou a adesão do segmento na campanha. “Povo de Deus é 15555. Por onde se passa ouvimos falar do Juca. Não temos medo de pedir apoio e voto, porque Juca é ficha limpa. Tem a vida pública baseada nos princípios bíblicos. Ele honra a família e trabalha em favor do povo. Juca será nosso representante. E agora, todos nós, unidos e mais unidos do que nunca, vamos quebrar as barreiras”, disse a pastora. 

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Juca do Guaraná

 
Juca do Guaraná Filho é candidato a deputado estadual pelo número 15555. Acompanhe as ações e propostas do parlamentar nas redes sociais: Instagram @jucadoguaranafilho.oficial | Facebook e Youtube: Juca do Guaraná Filho.

Fonte: Eleições 2022

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CNJ notifica desembargadora do TJMT para prestar esclarecimentos em reclamação disciplinar

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) notificou a desembargadora do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), Marilsen Andrade Addario, para prestar esclarecimentos, no prazo de 15 dias, em uma reclamação disciplinar que questiona sua atuação na condução de um recurso relacionado à recuperação judicial do Grupo Safras. A representação aponta, entre outros aspectos, suposta extrapolação da competência do juízo de primeiro grau, a nomeação de interventor judicial fora dos limites do recurso e a retenção de agravos internos sem julgamento pelo colegiado. A decisão foi assinada pelo corregedor nacional de Justiça, ministro Mauro Campbell Marques.

A reclamação tem origem em decisões proferidas pela magistrada no âmbito da recuperação judicial do Grupo Safras. A empresa autora sustenta que a desembargadora teria extrapolado os limites de sua atuação no julgamento de um agravo de instrumento, invadindo competências do juízo de primeiro grau, determinando o afastamento de administradores, nomeando interventor judicial e retardando a análise de recursos internos, entre outras supostas irregularidades. As alegações também mencionam possível afronta a dispositivos da Constituição Federal, do Código de Processo Civil, da Lei de Recuperação Judicial, da Lei Orgânica da Magistratura Nacional (LOMAN) e do Código de Ética da Magistratura.

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No recurso objeto da denúncia a Desembargadora foi vencida por dois votos a um para revogação da decisão de nomeação do interventor e da perícia. O salário fixado pela Desembargadora ao interventor Emanoel Alexandre de Oliveira, era de R$ 300.000,00 por mês, já a perícia foi de R$ 1.5 milhão. Pela decisão do Tribunal caberá à juíza de primeiro grau decidir se aproveita algum ato do interventor, bem como se determina a devolução dos valores pagos.

Ao analisar o pedido, o corregedor não fez juízo sobre o mérito das acusações. Apenas determinou a notificação da magistrada para que apresente sua versão dos fatos, etapa prevista no Regimento Interno do CNJ antes da eventual adoção de outras providências. Assim, a reclamação disciplinar segue em fase inicial de apuração, sem decisão sobre eventual responsabilidade da desembargadora.

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