Finados em Sinop
Trânsito terá alterações na região do cemitério no dia de Finados; confira
MATO GROSSO
Em decorrência do dia de Finados, celebrado nesta quarta-feira (2), a Secretaria Municipal de Trânsito e Transporte Urbano definiu alterações para comportar o fluxo de veículos na região do cemitério municipal. A expectativa do gestor da pasta, major Rodrigo Varela é que cerca de 10 mil veículos passem pelas proximidades no decorrer do dia.
Na Avenida Dom Henrique Froehlich, onde está localizado o portão principal do cemitério, o fluxo seguirá em meia pista (no sentido à região central). Já na Avenida André Maggi, na lateral do cemitério, o retorno de acesso ao portão, no cruzamento com a rua Rua Adolpho Gomes De Paiva, estará fechado. Para retornar, será necessário seguir até a Avenida dos Tarumãs.
“A nossa Guarda Civil Municipal estará presente nas imediações do cemitério desde as primeiras horas do dia e ficará até por volta das 19 horas. Teremos também efetivos da da Polícia Militar para reforçar a segurança de todos que vierem até o cemitério”, explicou o secretário.
O gestor da pasta, ainda reforçou a importância de que as regras de trânsito sejam respeitadas. “É preciso respeitar os limites estabelecidos pela GCM das interdições, bem como respeitar o pedestre. Teremos um grande fluxo de pessoas atravessando essas avenidas. A GCM vai estar para auxiliar, mas cabe também ao motorista fazer a parte dele”.
A expectativa é que o trânsito retorne a normalidade na região ainda na noite da quarta-feira.
Fonte: Prefeitura de Sinop
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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