Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Detento encontrado morto em cela teve coração arrancado e dedos decepados

Publicados

MATO GROSSO

Detento encontrado morto em cela teve coração arrancado e dedos decepados
Encontrado morto na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (a 513 km de Cuiabá), o detento Wesley Daniel Jerônimo, de 39 anos, foi decapitado, teve o coração arrancado e os dedos decepados.

Leia também:
Detento de 39 anos é encontrado decapitado em cela após cinco meses de prisão

Wesley estava recluso na cela 1, da ala 2, no raio 3. Ele foi encontrado com seis dedos da mão decepados e com peito aberto. O coração de Wesley também havia sido retirado e estava escrito “PCC”, sigla da facção criminosa Primeiro Comando da Capital.
 
O reeducando dividia a cela com mais 33 pessoas, mas nenhum delas quis falar sobre o que havia acontecido. Os policiais penais fizeram inspeções nas celas da penitenciária, mas nada de ilícito foi encontrado.
 
De acordo com a Secretaria Estadual de Segurança Pública (Sesp), Wesley estava preso há seis meses. Em nota, a Pasta informou que todos os procedimentos legais foram adotados.
 
A Polícia Civil e a Politec foram acionadas para apurar a motivação, autoria e circunstâncias da morte de Wesley.
 

Um Procedimento Disciplinar (PAD) foi instaurado para apurar o fato na esfera administrativa.

Leia Também:  Governo de MT apresenta programa Educa MT e reforça parceria com municípios
FONTE/ REPOST: FABIANA MENDES- OLHAR DIRETO 
COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  SER Família Capacita forma turma de pintores imobiliários na Cadeia Pública de Chapada dos Guimarães

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA