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Jovem que morreu após contrair monkeypox era cabeleireiro e apresentava programa sobre moda: “estava no auge da vida”

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Conhecido em Campo Verde (a 135 km de Cuiabá) pelo trabalho que fazia como cabeleireiro, Iago Pankosck, de 27 anos, morreu nessa terça-feira (8), após testar positivo para monkeypox (varíola dos macacos). Ele ficou 48 dias internado no Hospital Universitário Julio Muller, para onde precisou ser transferido por conta da gravidade do caso. 

A morte de Iago é a primeira registrada pela doença em Mato Grosso. Além de cabeleireiro, ele era apresentador de um quadro sobre dicas de moda no Programa Moda Raíz, exibido em streaming Agroplus.tv. 

Uma amiga do jovem, que preferiu não se identificar, afirmou que ele lutou bravamente para viver durante o período de tratamento da doença. 

“Lutou bravamente para viver! Estava realmente no auge da vida dele”, lamentou. 

Nas redes sociais, amigos e familiares do jovem também lamentaram a morte.

“Era um ser incrível que lutou para ser e conquistar o que conquistou. Me lembro que quando chegou em São Paulo correu para me ver e conhecer o que conquistei também. É difícil acreditar que um ser jovem e guerreiro se foi tão cedo. Ele tinha um cuidado diferenciado com suas clientes e era extremamente solicitado. Que Deus cuide do seu descanso eterno. Ainda bem que tive tempo de dizer o quanto admirava”, publicou uma das amigas. 

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De acordo com informações preliminares, ele tinha comorbidades e apresentava baixa imunidade, o que pode ter agravado e acelerado a evolução da doença. Ele recebeu atendimento médico em Campo Verde em 5 de setembro. 

No dia 21 do mesmo mês, Iago precisou ser transferido para a Capital, onde permaneceu internado. 

Dados divulgados pela secretaria estadual de Saúde (SES), nessa terça-feira (8), apontam 114 casos confirmados da doença em Mato Grosso. Há ainda oito casos suspeitos, dois prováveis e 114 descartados. 

FONTE/ REPOST: BRUNA BARBOSA – OLHAR DIRETO 

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TJMT concede essencialidade de maquinários agrícolas mesmo após término do período de blindagem 

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A Terceira Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, através de julgamento unanime, decidiu que a proteção de bens essenciais à atividade rural pode subsistir, mesmo após o término do chamado stay period — período de suspensão das ações e atos de expropriação previsto na Lei de Recuperação Judicial.

O julgamento ocorreu no âmbito de um agravo de instrumento envolvendo empresa Martelli Agroindustrial, em recuperação judicial com dívidas declaradas de R$ 244 milhões, e tratou da possibilidade de constrição de maquinários agrícolas indispensáveis à produção da safra 2025/2026.

Ao reformar decisão de primeiro grau, o TJMT reconheceu que o encerramento do stay period não retira automaticamente a competência do juízo da recuperação judicial para analisar a essencialidade dos bens e decidir sobre medidas constritivas.

Na prática, o Tribunal entendeu que a competência do juízo recuperacional permanece até o encerramento formal do processo e os bens essenciais à atividade econômica não podem ser retirados quando isso comprometer a continuidade da atividade.

A decisão também suspendeu medidas de busca e apreensão sobre tratores, colheitadeiras, plantadeiras e outros equipamentos considerados fundamentais para a manutenção da produção agrícola.

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O processo foi conduzido pela banca de advogados do Grupo ERS, que analisam a medida como “um avanço no entendimento que a análise da essencialidade dos bens deve priorizar a preservação da atividade econômica e ainda, reforça o papel da Assembleia Geral de Credores como espaço para deliberação sobre medidas que impactam diretamente o sucesso da recuperação”, explica a advogada, Ranielly Chagas.

Além disso, o entendimento sinaliza que medidas de execução individual devem ser analisadas com cautela quando houver risco de inviabilizar a atividade produtiva, mesmo em situações envolvendo créditos extraconcursais.

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