MATO GROSSO
Delegação mato-grossense conquista 38 medalhas e sete títulos de campeão
MATO GROSSO
Entre 02 e 15 de novembro, mais de 200 estudantes, de 12 a 14 anos, representaram Mato Grosso nos Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s), disputado no Rio de Janeiro (RJ). Além da experiência de competir nos mesmos espaços das Olimpíadas 2016, foram dias de conquistas e superações, que resultaram em 38 medalhas e sete títulos de campeão brasileiro aos jovens atletas mato-grossenses.
A competição nacional reuniu quase 6 mil estudantes-atletas de todos os estados do Brasil, em disputas nas modalidades de atletismo, basquete, badminton, ciclismo, futsal, ginástica rítmica, handebol, judô, karatê, natação, tênis de mesa, taekwondo, voleibol, vôlei de praia, wrestling e xadrez. Composta por campeões e campeãs estaduais dos Jogos Escolares Mato-grossenses, promovidos pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), a delegação do Estado contou com representantes em praticamente todas as modalidades.
Os títulos de campeã e campeão brasileiro foram alcançados no arremesso de peso feminino paralímpico, handebol feminino, lançamento de disco feminino, taekwondo feminino, wrestling feminino e masculino. No total, Mato Grosso conquistou 38 medalhas em diferentes modalidades, distribuídas nas séries Ouro, Prata, Bronze e Cobre.

Bolsa Atleta – Além dos medalhistas da série Ouro, os atletas que garantiram até a 10ª colocação geral podem concorrer à Bolsa Atleta, benefício oferecido pela Secel-MT, por meio do Projeto Olimpus. Na lista das melhores posições na competição nacional, estão ainda o futsal feminino, o basquete masculino, o handebol masculino e algumas provas do atletismo.
“Parabéns a todos que participaram dos JEB’s. Nosso agradecimento por representarem Mato Grosso nesta importante competição nacional. Continuaremos dando o apoio possível para que as práticas desportivas estejam sempre presentes na vivência dos jovens do Estado. Viva o esporte escolar mato-grossense!”, celebra o titular da Secel, Jefferson Carvalho Neves.
Medalhas série ouro
1° lugar Handebol Fem. – E.E. 13 de Maio
1º lugar Taekwondo Fem. 44 kg – Jhennifer Dourado, E.E. Antônio Grohs
1º lugar Taekwondo Fem. geral por equipe
1º lugar Arremesso de Peso Fem. Paralímpico – Giovanna Quevedo Pontes, E.E. Prof. Arlete Maria da Silva
1º lugar Lanç. Disco Fem. – Giovana Santana Reia, CEAC (Cooperativa de Ensino Alvares Cabral)
1° lugar Wrestling Fem. 46kg – Karoline Cerqueira Doerl, E.E. Governador José Fragelli
1° lugar Wrestling Masc. 85kg – Raphael Higor Rodrigues Duarte, E.E. Governador José Fragelli
2º lugar Taekwondo Fem. 37 kg – Ana Manuela Silva Barbosa, E.E. PM Tiradentes Cel. H.
2º lugar Futsal Masc. – Colégio Isaac Newton
2º lugar Tênis de Mesa Fem. – Júlia Hatakeyama, Colégio São Gonçalo
3º lugar Tênis de Mesa equipe Fem. – Júlia Hatakeyama, Colégio São Gonçalo; e Izabela Dourado, E. E. PM Tiradentes
3º lugar Judô Fem. 36kg – Ellize Letícia, E.E. Edith Pereira Barbosa
3º lugar Arremesso Peso Masc. – Henthonny Manica Moraes, Escola Alegria de Aprender
3° lugar Wrestling Fem. 62kg – Marina Barros Povoas de Abreu, Colégio Espaço do Saber
3° lugar Wrestling Fem. 66kg – Juliana Grazielly Pires de Almeida e Silva, Centro Educacional Ayrton Senna
Medalhas série Prata
1º lugar Tênis de Mesa Masc. – Gabriel Pardin, E.E. Odorico Leocádio da Rosa
1° lugar Wrestling Masc. 62kg – Raul Ferreira da Silva, E.E. Governador José Fragelli
1° lugar Voleibol Fem. – Colégio Mãe da Divina Providência
1° lugar Voleibol Masc. – C.E.B. São José
1° lugar 50m Borboleta – Kayky Gabriel M. Belarmino da Silva, E.E. Luiz Frutoso da Silva
2º lugar Karatê Fem. 47kg – Maria Vitória Portes, E.E. Prof. Norma Lúcia Nunes
2° lugar Wrestling Fem. 50kg – Lana Rosa do Nascimento Sampaio, E.E. Governador José Fragelli
3º lugar Judô Fem. 53kg – Thaylla Candido, Fundação Bradesco
3° lugar Wretling Masc. 44kg – Thiago Nogueira Gusmão de Araújo, E.E. Governador José Fragelli
Medalhas série Bronze
1º lugar Judô Masc. 64kg – Matheus Gomes, E. E. Mario de Castro
1º lugar Judô Masc. 48kg – Pedro de Campos Silva, E. E. José Mendes Martins
2º lugar Judô Masc. 44kg – Pietro de Campos Silva, E. E. José Mendes Martins
2º lugar Judô Fem. 44kg – Hester Tafnes, E.E. Militar Tiradentes
2º lugar Judô Fem. 48kg – Luany Emanuelly, Escola Progresso
2º lugar Karatê Fem. 54kg – Lorena Zamparoni, Colégio São Gonçalo Brasnorte
2° lugar Badminton Fem. – Andressa Soares dos Santos Leite, E.M. Dona Maria Artemir Pires
2° lugar Badminton Masc. – Jhonatan de Souza Damasceno, E.E. Manoel De Barros
2° lugar 50m Borboleta – Maria Eloisa Morais Rego, Colégio Alternativo Mato Grosso
2° lugar 4x50m Livre – Pedro Henrique de Jesus Ferreira, João Vitor Marques Silva, Lucas Dias Ribeiro Kayky e Gabriel M. Belarmino
3º lugar Judô Masc.40kg – Guilherme Nascimento, E. E. São José
3° lugar 50m Peito – Isabelly Regenold Claro, E.E. Alcebiades Calhão
Medalhas série Cobre
1º lugar vôlei de Praia Masc. – Colégio Nova Geração
3º lugar Ginástica Rítmica – Individual Geral por equipe – Colégio Regina Pacis
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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