MATO GROSSO
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MATO GROSSO
LIZ BRUNETTO E ANGÉLICA CALLEJAS
DA REDAÇÃO
Um incêndio atingiu o tradicional Colégio Liceu Cuiabano, na Capital, na manhã desta quarta-feira (30), após um ar condicionado explodir na sala da direção.
Após esse primeiro foco, outros foram surgindo e causaram pânico entre os alunos. Assim que explosão aconteceu, o prédio foi evacuado para evitar que os estudantes inalassem a fumaça que encobriu os corredores.
Vídeos que circulam nas redes mostram a correria de alunos e a fumaça saindo do prédio.
Apesar do susto, ninguém se feriu.
Imagens feitas pela reportagem do MidiaNews no interior do imóvel mostram os danos causados pela explosão e fumaça.
A direção informou que Secretaria de Educação já foi acionada e a equipe de arquitetura realizará os reparos.
Histórico
O antigo Colégio Estadual de Mato Grosso, inaugurado em 1879, foi a primeira instituição de ensino público do Estado, criado para atender a elite cuiabana.
O prédio original estava localizado na Praça Ipiranga, onde hoje funciona o Ganha Tempo.
Depois ele passou para o Palácio da Instrução e pelo prédio dos Correios, no Centro.
Em 1944 ganhou uma sede própria onde funciona até hoje no Bairro Quilombo.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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