Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Mais de 15 mil pessoas são esperadas na etapa estadual

Publicados

MATO GROSSO

Finalmente, depois de 10 etapas regionais, as principais equipes de Mato Grosso se reúnem na etapa estadual dos Jogos Estudantis de Seleções Municipais 2015. Para a disputa final da competição, que este ano é sediada em Campo Novo do Parecis (a 420 km de Cuiabá), são esperadas mais de 15 mil pessoas. Os jogos começam no sábado (05.12) e seguem até o dia 11 de dezembro.

A etapa estadual contará com as equipes que venceram as regionais em suas respectivas modalidades (basquete, futsal, vôlei, futebol de campo e handebol). Diferentemente das etapas anteriores, a competição em Campo Novo do Parecis terá a modalidade de atletismo, com disputas de pista e campo (corrida, arremesso de peso, salto a distância e etc.).

Os números do evento chamam a atenção. Ao todo serão 118 seleções de 45 municípios. A estimativa de atletas, técnicos e dirigentes é de 1.900 pessoas. Em relação ao público rotativo – que vai acompanhar os seis dias de competição – a organização espera cerca de 15 mil pessoas.

No estadual competem equipes de destaque nacional, a exemplo do time de handebol de Sorriso, atual campeão brasileiro da modalidade. Outro destaque é o voleibol de Cuiabá, que possui atletas de seleção brasileira. Segundo o secretário adjunto de Estado de Esporte e Lazer, Pedro Luiz Sinohora, trata-se do grande evento de fechamento das competições estudantis que ocorreram durante todo o ano.

Leia Também:  Exame Certificador oportuniza conclusão dos estudos para mais de 35 mil jovens e adultos em MT

Ele explica que durante o congresso técnico – em que autoridades e especialistas da área do esporte se reúnem, antes do início da competição – a Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer vai apresentar o calendário esportivo para 2016. “Nós iremos destacar as ações que pretendemos desenvolver em prol do esporte no ano que vem. O congresso também tem o objetivo discutir um novo formato para os jogos estudantis”.

O coordenador de Esportes Educacionais do Estado, Manoel da Fonseca, destaca que essa é a 38ª edição do estadual, uma das competições mais tracionais do esporte mato-grossense, que já revelou grandes atletas. E mais do que isso, Fonseca lembra ainda que a competição serve para manter as atividades esportivas em Mato Grosso. “Um evento que faz com que as equipes treinem o ano todo. Nisso as secretariais de esportes dos municípios também são movimentadas, assim como os técnicos, professores e árbitros”.

A cerimônia de abertura dos jogos estudantis em Campo Novo do Parecis começa a partir das 19h30, no Estádio Municipal Ary Tomazelli. Vão estar presentes autoridades do esporte local e estadual, bem como atletas, técnicos e dirigentes das delegações.

Leia Também:  VÍDEO: Um balão que levava o Papai Noel caiu sobre uma casa e pegou fogo. Por pouco ele não enganchou numa rede de alta tensão. Por sorte ninguém ficou ferido. Aconteceu na cidade de Brasnorte, interior de Mato Grosso. As imagens são do site @sinopmilgrauof

Os Jogos Regionais Estudantis são uma realização da Secretaria Adjunta de Esporte e Lazer e Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). O evento conta com o apoio das federações mato-grossenses de basquete, vôlei, futsal, futebol e handebol, além do apoio dos municípios que sediam os jogos.

Confira os municípios que participarão dos jogos:

Nova Mutum, Colniza, Vera, Jaciara, Araputanga, Peixoto de Azevedo, Barra do Garças, Nova Xavantina, Água Boa, Primavera do Leste, Guarantã do Norte, Claudia, Lucas do rio Verde, Santo Antonio do Leverger, Guiratinga, pontes e Lacerda, Sorriso, Cáceres, Colider, Sapezal, Carlinda, Ipiranga do Norte, Confresa, Vila bela da Santíssima trindade, Chapada dos Guimarães, Sinop, Alta Floresta, Rondonópolis, Juara, Querência, Terra Nova do Norte, alto Araguaia, Aripuanã, Cuiabá, Juína, Vila Rica Campo novo dos Parecis, Várzea Grande, Campo Verde, Tangará da Serra, Acorizal, Diamantino, Nobres e Mirassol D’Oeste.

Fonte: GOV MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  IPEM orienta empresários com dívidas no Inmetro a renegociar débitos com a AGU

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Campo Experimental da Empaer é referência para agricultores e estudantes da região Noroeste

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA