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Deputado pede intervenção em Cuiabá e áudio supostamente dele vaza após fala: “o que esse cara me perseguiu”

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O deputado Paulo Araújo (PP) não poupou críticas à gestão da Prefeitura de Cuiabá, na sessão para apreciação de vetos governamentais desta segunda-feira (12.12). Ele apoia a intervenção do Estado na Saúde de Cuiabá, defendida pelo Sindicato dos Médicos de Cuiabá.

Apontando irregularidades em pagamentos e falta de medicamentos, Araújo disse que tanto o Estado como a Assembleia Legislativa devem agir, considerando que o Sistema Único de Saúde (SUS) é tripartite, gerenciados pelo Estado, Governo Federal e pelo município.

“O que está acontecendo aqui em Cuiabá é um absurdo, falta de medicamento, falta de profissional médico, falta de insumo, uma irresponsabilidade recorrente por parte da Secretaria Municipal de Saúde. Não dá mais para o Estado ficar olhando. Eu conversei com alguns deputados e acredito que a intervenção é necessária e obrigatória aqui no município de Cuiabá, para colocar um fim nessa situação caótica e de calamidade pública”, disse o deputado.

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A fala do parlamentar foi parabenizada pela deputada Janaina Riva (MDB), que presidia a sessão no momento. Riva afirmou que Paulo Araújo é um deputado que está sempre preocupado com a população cuiabana.

Porém, ao chamar o próximo inscrito, vazou um áudio supostamente de Araújo dizendo: “o que esse cara me perseguiu, o que esse cara me arrebentou” e como o deputado criticou a gestão de Cuiabá, o áudio deu a entender que o motivo pelo qual defende a intervenção, na verdade, não se tratava de preocupação, mas de resposta a suposta perseguição do prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro (MDB).

VGN

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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