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PF faz devassa na casa de ex-presidente do PSL em operação contra envolvidos em atos antidemocráticos

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O ex-presidente do diretório do Partido Social Liberal (PSL) – hoje União Brasil, fruto da fusão com o Democratas – em Nova Mutum (240 km ao norte de Cuiabá), Wilson Iusaku Suzuki, também integra a lista de alvos da Polícia Federal em Mato Grosso na Operação Desbloqueio. Duas viaturas chegaram à residência do produtor rural logo nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (15) para cumprimento de um mandado de busca e apreensão. 

Wilson participou de atos antidemocráticos no km 691 da BR-163 em Nova Mutum e chegou a dar entrevistas no local. Os protestos iniciaram logo após divulgação do resultado das eleições presidenciais de 2022, em que Lula (PT) derrotou Jair Bolsonaro (PL) nas urnas.

No ano passado, Wilson protagonizou uma rusga com o deputado estadual Gilberto Cattani (PL), à época filiado ao PSL,  chegando a difamá-lo e a espalhar notícias falsas a seu respeito. O grande número de votos de Cattani teria incomodado alguns correligionários do diretório, como Suzuki, que pressionou por sua expulsão da sigla. 

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“Em um dos áudios encaminhados a correligionário, Suzuki chegou a inventar que Cattani era ligado ao Movimento Sem Terra (MST) pelo fato de ele ser assentado, e que iria expulsá-lo do partido, por não seguir as diretrizes solicitadas pelo presidente da República Jair Bolsonaro, que em 2018 disputou eleição pela sigla, trazendo com ele uma grande quantidade de filiados. Vale ressaltar que Gilberto Cattani nunca participou de nenhum movimento político de inspiração marxista”, disse a assessoria do parlamentar, em nota enviada a imprensa na época.

Cattani chegou a ajuizar uma ação contra Suzuki, que foi obrigado pelo Poder Judiciário a fazer vídeos de retratação. 

Operação

A Polícia Federal deflagrou na manhã desta quarta-feira (15) uma operação contra apoiadores do presidente Jair Bolsonaro (PL) que participam e financiam atos antidemocráticos, como bloqueios de rodovias e protestos em quartéis. São cumpridas 81 ordens de busca e apreensão, sendo 20 em Mato Grosso das quais cinco são em Cuiabá. 

A operação é uma determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e mira pessoas físicas e jurídicas identificadas pelas forças de segurança locais e federais. Os mandados são cumpridos nos estados do Acre (9), Amazonas (2), Rondônia (1), Mato Grosso (20), Mato Grosso do Sul (17), Paraná (16) e Santa Catarina (15), além do Distrito Federal (1). 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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