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Empresária tem prejuízo de R$ 145 mil ao tentar comprar pá carregadeira pelo WhatsApp

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Uma empresária de Sorriso (420 km de Cuiabá) relatou ter sido vítima de um golpe quando tentava comprar uma pá carregadeira no valor de R$ 280 mil. As negociações entre a mulher e o golpista teriam acontecido pelo WhatsApp.
 
De acordo com o site JK Notícias, a vítima teria combinado com o golpista o pagamento de R$ 280 mil pela pá carregadeira, sendo R$ 140 mil dividido em uma parcela de R$ 90 mil e outra de R$ 50. O restante e a assessoria de importação do produto deveriam ser pagos somente em 2023.

A entrega deveria acontecer em 30 de julho deste ano, após chegar no Porto de Paranaguá, no Paraná. No entanto, o golpista disse que a liberação dependia da Receita Federal e passou a dar desculpas. A pá carregadeira nunca chegou.

Depois de mais de 150 dias esperando, a empresária percebeu que não iria receber o produto e procurou a delegacia de Sorriso para registrar boletim de ocorrência.

Agora, a Polícia Civil deve verificar o caso. 

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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