MATO GROSSO
Homem reage a assalto dentro de mercearia e dá tapa na arma de criminoso
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Homem de 74 anos reagiu a uma tentativa de assalto e deu um tapa na arma de fogo de um dos suspeitos, na tarde desta segunda-feira (26), em Nobres (122 km de Cuiabá). O caso foi registrado pelas câmeras de segurança da mercearia de propriedade da vítima, local onde o crime ocorreu. Diante da atitude, um dos suspeitos chegou a efetuar um disparo.
Segundo informações da Polícia Militar, os criminosos chegaram no estabelecimento, pegaram duas garrafas de vinho e logo em seguida foram até o caixa. Ao chegarem no caixa, logo anunciaram o roubo e passaram a pegar celulares de alguns dos clientes que estavam na mercearia.
Nas imagens das câmeras de segurança é possível ver o momento em que um dos suspeitos aponta uma arma no rosto da vítima minutos antes de fugir do estabelecimento. A vítima então dá um tapa na arma do homem, que revidou efetuando um disparo. A partir das imagens, nota-se que o dono da mercearia não foi atingido pelo disparo e saiu ileso.
Ainda de acordo com a Polícia, rondas foram feitas na região do estabelecimento, mas não foi possível localizar os possíveis autores da ação.
Além do homem de 74 anos, outras duas pessoas foram vítimas dos suspeitos, sendo dois adolescentes de 15 e 16 anos. Até o momento nenhum pertence levado foi encontrado.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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