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Governo do Estado já investiu mais de R$ 240 milhões em Confresa

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O Governo de Mato Grosso já investiu, ao longo dos quatro anos de gestão, mais de R$ 240 milhões em obras de saúde e infraestrutura,  segurança pública e ações sociais e culturais no município de Confresa (a 1.170 km de Cuiabá). 

A principal obra executada pelo Estado na região é a construção do Hospital Regional de Confresa, que já está em andamento. A unidade, que atenderá toda a região do Araguaia, foi licitada por R$ 109 milhões e vai contar com 111 leitos de enfermaria e 40 UTIs, entre adultas, pediátricas, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimento na média e alta complexidade. 

O Hospital Regional também contará com 10 consultórios médicos, outros 2 para atendimento a gestantes, 6 salas de centro cirúrgico, e espaços para banco de sangue, banco de leite materno e realização de exames, como tomografia e colonoscopia.

“A população dos municípios da região do Araguaia contará com um hospital mais próximo. Os pacientes não precisarão se deslocar vários quilômetros à procura de especialidades de saúde em outras cidades. O Governo do Estado prioriza a saúde, para promover um atendimento ágil, moderno e de qualidade”, afirmou a secretária estadual de Saúde, Kelluby de Oliveira.

Além do hospital, a Secretaria de Estado de Saúde também reforçou o auxílio ao município por meio da destinação de duas ambulâncias para a cidade, sendo uma fruto de emenda parlamentar. Também está em projeto a construção da Diretoria de Unidade Desconcentrada de Confresa, que recebe o investimento de R$ 1,5 milhão para a obra.

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Outra área que recebeu grandes investimentos do Governo do Estado foi a infraestrutura: foram mais de R$ 122 milhões, destinados à construção de pontes nos rios Trairão, Belo Horizonte, Rio Preto, e no Córrego Elétrio I. O valor ainda engloba a restauração de 120 quilômetros de estrada na MT-430/437, entre Confresa e o trevo do Natanael. Para essa obra que já está em andamento, o investimento foi de R$ 67 milhões. 

Também está em andamento na região o asfaltamento de 94,6 quilômetros de estrada na MT-413, do entroncamento da BR-158 com a MT-432. Sozinha, a obra é orçada em R$ 40 milhões.

Educação 

A área da Educação também contou com R$ 5 milhões de investimentos aplicados para a reforma e manutenção da Escola Estadual Teotônio Carlos da Cunha Neto e Escola Estadual Indígena Tapi Itãwa. Os professores do município também receberam recursos para a compra de notebooks para o ensino online durante a pandemia da Covid-19, bem como auxílio para custeamento da internet.

O recurso também foi aplicado para compra de aparelhos de ar condicionado, mobiliários, smart tvs e ônibus para o transporte escolar. 

“Há mais de 10 anos o Estado de Mato Grosso não investia na frota de ônibus escolar, e o governador Mauro Mendes entregou neste ano 600 ônibus para renovar parte da frota, já que o transporte escolar é de responsabilidade do município, em regime de colaboração com o Estado. Nosso objetivo é garantir o transporte de qualidade para os nossos alunos”.

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Mais investimentos

O Governo de Mato Grosso também promoveu ações sociais e culturais no município de Confresa, por meio de investimentos destinados pelas Secretarias Estaduais de Cultura Esporte e Lazer (Secel) e Assistência Social e Cidadania (Setasc). 

Durante a pandemia da Covid-19, mais de 1,2 mil moradores do município foram atendidos pelo Ser Família Emergencial, que ainda está em vigor. O programa faz transferência de renda às famílias em situação de vulnerabilidade, e, aliado ao programa Vem Ser Mais Solidário, auxilia no combate à insegurança alimentar da população. Desde 2019 já foram mais de 6 mil cestas básicas entregues no município. 

O Estado também entregou mais de 1,1 mil filtros de barro à população, garantindo o acesso à água filtrada, e 2,9 mil cobertores.

Já a Secel destinou cerca de R$ 700 mil para a realização de eventos culturais e esportivos no município, como os Jogos Escolares 2022, e o 12º Motocross.

Pequenos agricultores do município também foram contemplados pela gestão, que entregou uma patrulha mecanizada, uma farinheira móvel, oito tanques resfriadores e 100 caixas de apicultura para o município. O Corpo de Bombeiros da cidade também recebeu uma viatura auto tanque, no valor de R$ 638 mil.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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