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Seplag instala usina solar em estacionamento do Palácio Paiaguás

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A Secretaria de Planejamento e Gestão (Seplag) instalou placas solares que ajudarão na redução da conta de energia elétrica do órgão. Para abrigar as placas, foi feita uma estrutura metálica que também servirá como estacionamento coberto para os servidores públicos.

A opção por este tipo de fonte de energia, proveniente da luz e do calor emitidos pelo sol, contribui para a preservação do meio ambiente por ser uma fonte de energia limpa e renovável, e, sobretudo, auxilia na economia de energia elétrica.

“A economicidade nos gastos públicos também está aliada à preocupação com o meio ambiente”, afirmou o secretário da Seplag, Basílio Bezerra.

O sistema de energia solar fotovoltaica foi instalado por meio do Programa de Eficiência Energética da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) e a estrutura do estacionamento foi construída pelo órgão.

O titular da Seplag acrescenta que a secretaria está realizando estudos para ampliar a produção de energia fotovoltaica no âmbito de todo o Executivo estadual, com intuito de reduzir os gastos com energia elétrica de forma sustentável na gestão pública.

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“Com esta ampliação, além de reduzirmos os gastos com energia elétrica, também contribuiremos com o meio ambiente, pois o uso consciente é fundamental para um planeta mais sustentável”, finaliza.  

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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