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Aberto da Austrália: Ymanitu representará Brasil entre cadeirantes
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O Brasil terá pela primeira vez na história um atleta cadeirante na chave principal do Aberto da Austrália, o catarinense Ymanitu Silva, que competirá na categoria Quad (para atletas que também têm deficiência nos membros superiores).

Para se preparar para a participação no primeiro Grand Slam da temporada, o brasileiro seguiu na última quinta-feira (5) para Melbourne (Austrália), onde disputará dois torneios: um de nível ITF 1 (equivalente a um ATP 500 dentro do circuito de cadeirantes) a partir do dia 10 e um Super Séries (semelhante ao Masters 1000) com início previsto para o dia 16.
O Australian Open é o terceiro Grand Slam diferente do catarinense, que ocupa a 8ª posição do ranking mundial de Quad. Ele já disputou Roland Garros em duas oportunidades (2019 e 2022) e Wimbledon em uma (2022).
“Minha intensidade, entrega e dedicação aos treinos duplicaram. Estou muito confiante e espero me sair bem nessa gira australiana, pois mostra que estamos entre os melhores do mundo. Já são sete temporadas entre os top 10, feito histórico para minha carreira e para a modalidade no Brasil”, declarou Ymanitu Silva ao Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).
Fonte: EBC Esportes
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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