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Polícia Civil cumpre 54 ordens judiciais em operação de combate ao tráfico de drogas na região do Tijucal

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Repressão a Entorpecentes (DRE), deflagrou na manhã desta sexta-feira (13.01) a Operação Impetus Tijucal, para cumprimento de 54 ordens judiciais com alvo no combate ao tráfico de drogas na região.

Os mandados judiciais, sendo 18 de prisão preventiva e 36 de busca e apreensão, foram decretados pelo Núcleo de Inquéritos Policiais da Capital (NIPO), tendo como base investigações e representações feitas pela DRE.

A primeira fase da operação Impetus Tijucal foi deflagrada em agosto de 2021 para cumprimento de 11 ordens judiciais, com objetivo inicial no enfrentamento ao tráfico de drogas na região, bem como para identificação de vínculos associativos entre os investigados. As diligências investigativas também tiveram lastro de inúmeras denúncias via 197.

Todo material arrecadado na primeira fase da operação e de denúncias foi analisado, sendo iniciadas novas investigações que revelaram o liame entre os investigados e uma facção criminosa local, com estruturas de arrecadação dos valores auferidos com o tráfico de drogas e outros crimes na região da grande Tijucal. Durante os trabalhos, foram identificados 36 pontos de difusão de drogas.

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Segundo a delegada titular da DRE, Juliana Chiquito Palhares, o conjunto probatório arrecadado na investigação foi submetido ao Poder Judiciário e após análise do Ministério Público, foram expedidas as ordens judiciais que são cumpridas na operação desta sexta-feira (13).

“Trata-se de ação qualificada da Polícia Civil que identificou lideranças e pontos de tráfico de drogas na região, contando com a participação ativa e efetiva da sociedade”, destacou a delegada.

A operação foi planejada com a efetiva integração das Forças de Segurança do Estado, contando com o apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), Canil SOE, Politec e Polícia Militar.

Estão envolvidos no cumprimento das ordens judiciais cerca de 160 policiais civis entre delegados, escrivães e investigadores de Polícia ligados à Diretoria de Atividades Especiais e à Diretoria Metropolitana.

Fonte: GOV MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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