MATO GROSSO
Fávaro participa do Fórum Global para Alimentação e Agricultura
MATO GROSSO
Cumprindo o propósito de recuperar a imagem do agronegócio brasileiro e mostrar a potencialidade do desenvolvimento sustentável do país, o ministro da Agricultura e Pecuária, Carlos Fávaro, participa do Global Forum for Food and Agriculture 2023, que acontece durante a International Green Week em Berlin, na Alemanha. A programação ainda conta com a Conferência de Ministros da Agricultura que reúne os representantes do setor de mais de 70 países.
Enquanto o ministro avança nas ações que visam o aprofundamento das relações bilaterais e andamento da pauta comercial, o Ministério da Agricultura e Pecuária fica, interinamente, sob o comando do secretário executivo da pasta, Irajá Lacerda, que seguirá as orientações de Fávaro, dando continuidade aos trabalhos iniciados nas primeiras semanas do governo.
Atuante nas áreas de Direito Agrário e Direito Ambiental, Irajá Lacerda (PSD) recebeu a Comenda Senador Jonas Pinehiro, destinada àqueles que contribuem para o desenvolvimento do agronegócio em Mato Grosso. Ele presidiu a Comissão de Direito Agrário da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Mato Grosso (OAB-MT) e a Câmara Setorial Temática de Regularização Fundiária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e foi chefe de gabinete de Fávaro no Senado Federal. O PSD faz parte hoje do arco de alianças do governo Lula. O advogado asssume o ministério interinamente no período de 19 a 23 de janeiro.
A BRONCA POPULAR
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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