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Reeducandos fazem manutenção e limpeza de escolas públicas em Sinop

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Vinte reeducandos na Penitenciária Dr. Osvaldo Florentino Leite Ferreira (Ferrugem), em Sinop (503 km ao Norte de Cuiabá), estão fazendo a limpeza e manutenção de escolas no município. As atividades de ressocialização fazem desenvolvidas por meio do Projeto “Escola Limpa”, desenvolvido pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), em parceria com o Conselho da Comunidade na Execução Penal, a Prefeitura e o Poder Judiciário.

De acordo com o diretor da penitenciária, Adalberto Dias, o projeto dá a oportunidade de ressocializaçã e ainda presta serviços à comunidade. “O Escola Limpa permite a reinserção social das pessoas privadas de liberdade, com atividades que os mantêm ocupados, melhorando a autoestima e resgatando a dignidade deles. Tem ainda como resultado legal a redução da pena através do trabalho”, afirma.

Uma das unidades contempladas é a Escola Municipal Pequeno Príncipe. No prédio, os reeducandos fazem a manutenção, pintura, reforma de calçadas e de banheiros, limpeza de bebedouro, revitalização da quadra de esportes, da área administrativa e na parte hidráulica e elétrica e trabalho de jardinagem.

As escolas atendidas são responsáveis por providenciar os materiais e insumos necessários para as ações. Os trabalhos são realizados duas vezes por mês, sem a presença dos alunos.

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Ao fim do expediente, eles retornam para o presídio em meio de transporte cedido pelo poder público municipal, sob escolta do sistema penitenciário. “Aos domingos, após a realização do projeto, eles são liberados para passar o dia com a família”, destacou Adalberto Dias.

O preso que participa do projeto recebe autorização para receber a visita de um familiar em sua respectiva residência, pela Justiçacomo forma de recompensa pelos serviços prestados.

Os recuperandos são previamente selecionados por uma comissão laboral e os nomes comunicados ao juiz da Vara de Execução local. Eles também contam com monitoramento eletrônico e escolta policial. A previsão é de que mais uma unidade seja contemplada no mês de fevereiro. 

Fonte: GOV MT

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Moradores de Barão de Melgaço denunciam abandono de obras e cobram ações da Prefeitura

População relata problemas de infraestrutura, obras paralisadas e falta de respostas do poder público. Moradores afirmam que a situação tem afetado o dia a dia da cidade e pedem providências urgentes

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Os moradores de Barão de Melgaço têm utilizado as redes sociais e grupos de mensagens para denunciar o que classificam como abandono de serviços públicos e falta de investimentos em áreas essenciais do município.

As reclamações envolvem principalmente a situação das ruas, problemas de infraestrutura e a paralisação de obras consideradas importantes para a população. Diante do cenário, cidadãos têm pedido mais atenção da administração municipal e cobrado respostas sobre os projetos que permanecem sem conclusão.

Entre as principais reclamações está uma obra relacionada à Estação de Tratamento de Água (ETA), que, segundo relatos de moradores, estaria abandonada após a interrupção dos trabalhos.

De acordo com as denúncias compartilhadas pela população, a empreiteira responsável pela execução teria deixado o local após supostos problemas envolvendo pagamentos. As informações, entretanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas partes envolvidas.

Imagens divulgadas por moradores mostram estruturas inacabadas e áreas sem a conclusão dos serviços previstos, o que tem gerado preocupação sobre o abastecimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Críticas são direcionadas à gestão municipal

Grande parte das manifestações populares direciona críticas à atual prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves. Os moradores afirmam que a administração precisa apresentar esclarecimentos sobre as obras paradas e um cronograma para retomada dos serviços.

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Nas redes sociais, internautas relatam dificuldades enfrentadas diariamente e cobram medidas que possam melhorar a infraestrutura urbana e garantir a continuidade dos projetos públicos.

Diante das denúncias, moradores defendem que a Prefeitura apresente informações detalhadas sobre a situação das obras e os motivos que teriam levado à paralisação dos trabalhos.

A população também pede maior transparência na aplicação dos recursos públicos e ações efetivas para resolver os problemas apontados. Até o momento, não houve manifestação pública oficial sobre as alegações citadas pelos moradores.

Enquanto aguardam respostas, os cidadãos seguem mobilizados e reforçam o pedido para que as demandas do município sejam tratadas com prioridade, diante dos impactos que a situação vem causando na rotina da comunidade.

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