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Stefani e Matos ganham de virada e vão à final do Aberto da Austrália

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Após 40 anos, uma dupla mista de brasileiros voltará a disputar um título em um Grand Slam no próximo sábado (28), às 5h30 (horário de Brasília). Os autores da façanha são a campinense Luisa Stefani e o gaúcho Rafael Matos, que se classificaram nesta quarta-feira (25) à final do Aberto da Austrália, em Melborune. A parceria se superou para vencer de virada os anfitriões Marc Polmans e Olivia Gadecki por 2 sets a 1 (parciais de 4/6 6/4 11/9). A vaga foi definida depois que os brasileiros, perdendo por 9 a 8 no tie-break, conseguiram salvar um match-point. Na sequência, desferiu uma devolução irretocável e definiu o jogo.

“Jogo duro, com bastante emoção. Tivemos que lutar em cada ponto, tentar achar o caminho. Muito feliz em passar para final, atmosfera incrível jogar na sessão noturna na quadra central Rod Laver. É muito especial. Agora vamos com tudo para a próxima”, destacou Stefani, de 25 anos.

A última vez que um dupla mista totalmente brasileira avançou à final foi 1982, em Roland Garros (França), com Cássio Mota e Cláudia Moreno, que foram vice-campeões.  Em 2016, o país levantou a taça de duplas mistas no Aberto da Austrália com a parceria do mineiro Bruno Soares com a russa Elena Vesnina.

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Stefani e Matos estão invictos em Melbourne. Eles decidirão  no sábado (28) o título inédito para o país contra os indianos Sania Mirza e Rohan Bopanna.  Os adversários avançaram à final após derrotarem a norte-americana Desirae Krawczyk e o britânico Neal Skupski por 7/6 (7-5), 6/7 (5-7) e 10-6.

Medalhista olímpica nos Jogos de Tóquio, Stefani vem embalada após faturar no último dia 13 o título de duplas do WTA  500 de Adelaide, último torneio antes do Grand Slam australiano. Atual número 34 do mundo, a campinense já figurou no top 10 do raniking de duplas da WTA. Desde que retornou às quadras em setembro passado – após um ano em recuperação de uma cirurgia no joelho direito – a tenista venceu quatro dos sete torneios que disputou. No ano passado Stefani amealhou os títulos do WTA 250 de Chennai (Índia), WTA 1000 de Guadalajara (México) e WTA 125 de Montevidéu (Uruguai). A brasileira também disputaria o torneio de duplas femininas em Melbourne, ao lado de Caty McNally (Estados Unidos). No entanto, McNally desistiu da competição, poucos minutos antes da estreia, em razão de uma lesão.  

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Stefani e Matos Rafael  (29º no masculino de duplas da ATP) iniciaram a parceria este ano, para defender o país no United Cup – competição por equipes, em Brisbane (Austrália) – e somaram duas vitorias. O gaúcho chegou a disputar a primeira rodada das duplas masculinas no Grand Slam australiano ao lado do espanhol David Vega Hernández, mas foi eliminado ao perder a estreia para o monegasco Hugo Nys e o polonês Jan Zielinski.

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

Serviço

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