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Judô paralímpico estreia no Grand Prix de Almada com cinco pódios

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O judô paralímpico do Brasil encerrou a segunda-feira (30) com cinco medalhas no Grand Prix de Almada (Portugal). O destaque foi Elielton Oliveira, ouro na categoria até 60 quilos da classe J1 (cego total). O pódio ainda teve o também brasileiro Roberto Paixão, que ficou com o bronze.

Outros dois judocas do país conquistaram medalhas de bronze nesta segunda: Rosi Andrade, na categoria até 48 quilos da classe J1, e Lúcia Araújo, entre as atletas até 57 quilos da classe J2 (baixa visão). Houve, ainda, uma prata obtida por Harlley Arruda no peso até 73 quilos da classe J1.

O ouro de Elielton foi o seu primeiro pela seleção brasileira. A disputa da categoria reuniu cinco atletas, que lutaram entre si. O campeão venceu os quatro oponentes, incluindo Roberto, que ganhou uma das quatro lutas que fez e acabou a chave em terceiro.

O formato todos contra todos foi o mesmo que Lúcia e Rosi tiveram pela frente. A primeira, duas vezes medalhista paralímpica de prata, venceu dois combates e perdeu outros dois, ficando com o bronze. A segunda encarou uma chave com três judocas, mas foi superada nas duas lutas, uma delas pela turca Ecem Cavdar, vice-campeã mundial.

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Dos medalhistas brasileiros, Harlley foi o único que enfrentou disputas eliminatórias. Ele chegou à final após bater o turco Gokce Yavuz nas quartas de final e o cazaque Yergali Shamey na semifinal. Na decisão do ouro, o judoca não passou pelo alemão Lennart Sass, prata no Mundial.

Quem também lutou nesta segunda foi Thiego Marques, na categoria até 60 quilos da classe J2. Após perder na estreia para Alikhan Dzhumagulov, do Quirguistão, ele reagiu na repescagem ao derrotar o mexicano Bryan Beltran. No duelo valendo o bronze, porém, o brasileiro não resistiu ao espanhol Luis Gavilán Lorenzo.

Além de medalhas, os judocas buscam pontos nos rankings da Associação Internacional de Esportes para Cegos (Ibsa, sigla em inglês), que definirá os classificados à Paralimpíada de Paris (França), em 2024. Neste ano, os brasileiros terão pela frente os Grand Prix de Alexandria (Egito), Baku (Azerbaijão) e Tóquio (Japão), além dos Jogos Mundiais da Ibsa, em Birmingham (Grã-Bretanha), e do Parapan de Santiago (Chile).

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A competição prossegue na próxima terça-feira (31) com dez representantes do Brasil (confira abaixo). A fase preliminar começa às 7h (horário de Brasília). As lutas podem ser acompanhadas pelo canal da Ibsa no YouTube.

Judocas em ação nesta terça (31):

J1 até 70 kg: Brenda Freitas
J1 acima de 70 kg: Erika Zoaga
J1 até 90 kg: Arthur Silva e Antônio Tenório
J1 acima de 90 kg: Wilians Araújo
J2 até 70 kg: Alana Maldonado
J2 acima de 70 kg: Meg Emmerich e Rebeca Silva
J2 até 90 kg: Marcelo Casanova
J2 acima de 90 kg: Sergio Fernandes

Fonte: EBC Esportes

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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa

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Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:

Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.

“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”

Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.

“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”

Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.

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“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”

Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.

Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.

“É proibido não acreditar.”

A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.

A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.

 

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