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Primeira-dama de MT vistoria instalações do programa Ser Criança em Poconé

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A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, vistoriou nesta segunda-feira (30.01) as instalações do programa Ser Criança no município de Poconé, e alinhou os últimos detalhes para a inauguração do espaço.

Gerido pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), o projeto, criado pela Lei Nº 11.445/2021, funcionará em Poconé como um programa piloto, ofertando atividades de estimulação cognitiva para crianças de 4 a 12 anos, como aulas de música, artes, dança, esportes e reforço das disciplinas, sempre em contraturno escolar, a fim de garantir melhoria na qualidade de vida das crianças. 

De acordo com a primeira-dama, a escolha de Poconé para a implantação da primeira sede do programa se dá em razão da proximidade com a Capital e da parceria com a primeira-dama do município, Joelma Gomes. A proposta da Setasc é que, futuramente, todos os municípios sejam atendidos pelo projeto. 

“Além de ser um município próximo da Capital, permitindo um fácil deslocamento, a primeira-dama Joelma é uma grande parceira das ações sociais do Governo. Por isso começamos por aqui. O Ser Criança é a menina dos meus olhos. Estou me sentindo muito feliz. Só de lembrar como era esse prédio e ver o depois me deixa muito emocionada. O Governo de Mato Grosso, graças a Deus, me deu um grande apoio. Mauro sabe o quanto eu me dedico ao social. Este é um sonho realizado e vamos trabalhar para que o Ser Criança chegue a outros municípios. Vamos priorizar a eficiência e, principalmente, a qualidade, porque as crianças, mães e os profissionais da educação merecem o melhor”, destacou Virginia Mendes.

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Foto: Jana Pessôa

O projeto é executado por meio de parcerias estabelecidas pelo Governo de Mato Grosso, por intermédio da Setasc, com a finalidade da construção de espaços de convivência onde serão prestados serviços socioassistenciais, socioculturais, socioeducativos e psicológicos para crianças em situação de vulnerabilidade e alto risco social, auxiliando-as na superação desses fatores. No espaço também serão ofertados às crianças o judô, o ballet e a capoeira, e serão distribuídos uniformes para cada modalidade.  

A primeira-dama e secretária de Assistência Social de Poconé, Joelma Gomes, destaca o empenho da primeira-dama Virginia Mendes no projeto piloto, que proporcionará um aprendizado de qualidade no município e servirá de modelo para todo o Estado de Mato Grosso. 

Foto:  Josi Dias/Setasc-MT“Neste local havia um prédio antigo e abandonado há 12 anos. Era uma estrutura que necessitava de um investimento que o município não tinha como realizar. Em uma visita da dona Virginia aqui, pedi ajuda para reformar o lugar, mas, quando ela viu as condições do espaço, de imediato nos disse que implantaria o projeto piloto do Ser Criança, e que não seria uma simples reforma, mas sim a construção de um novo prédio”, relembra a primeira-dama Joelma. 

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A primeira-dama de Poconé ressalta que sempre acreditou que o projeto seria concluído, pois acompanha a atuação de Virginia Mendes no Estado. 

“Hoje o sonho está se tornando realidade e as famílias que mais necessitam irão usufruir deste espaço. Estamos na contagem regressiva e agradecemos imensamente à Virginia por ter escolhido Poconé para ser esse importante projeto. É um marco na assistência social do município, e que irá atender as crianças no contraturno escolar. Todas receberão os seus uniformes e kit escolar”, disse. 

Programa SER Criança

Foto: Jana PessôaO projeto é destinado às crianças registradas no Cadastro Único (CAD) que vivem as consequências das desigualdades sociais, da pobreza, da exclusão social e da falta de vínculos afetivos nas famílias e demais espaços de socialização.

Os municípios que aderirem ao Ser Criança deverão seguir termos de cooperação, contendo as responsabilidades dos agentes públicos nesta parceria e os respectivos planos de trabalho, cabendo aos gestores municipais a responsabilização pelo cumprimento das atividades e metodologias propostas no programa.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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