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Reforma da praça central e obras em ruas de Chapada dos Guimarães seguem cronograma

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Com um investimento de R$ 14,5 milhões do Governo de Mato Grosso, a obra de reforma da Praça Dom Wunibaldo, no Centro de Chapada dos Guimarães, está 20% pronta, seguindo o cronograma previsto. 

Ruas e calçadas no entorno da praça também passam por melhorias. Uma cobertura metálica está sendo construída na Rua Quinco Caldas. Todos esses serviços estão em andamento, mesmo no período chuvoso. 

O projeto é feito em parceria entre a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT), com o objetivo de melhorar a estrutura de um dos principais destinos turísticos do Estado, garantindo uma área de lazer com acessibilidade e atrativos.

A praça Dom Wunibaldo terá as características preservadas, incluindo o traçado já existente e as árvores. Todo o piso da área será trocado para sanar as irregularidades e garantir acessibilidade a todos os cidadãos.

O Governo também vai investir na revitalização da fonte, que atualmente está desativada. O novo equipamento vai permitir apresentações artísticas, com show de luzes e água. Ainda está incluso no projeto a instalação de um playground lúdico, com blocos e elementos geométricos, além de bancos de concreto e estacionamento para bicicletas.

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As ruas no entorno da Praça Dom Wunibaldo também vão passar por melhorias. As ruas Cipriano Curvo, Quinco Caldas e Fernando Correa terão o pavimento refeito, em blocos intertravados, em uma extensão de 566 metros. Também estão sendo realizadas melhorias na drenagem das ruas e a revitalização das calçadas.

As ruas Cipriano Curvo e Fernando Correa serão rebaixadas, para ficar 15 centímetros abaixo do nível da Praça Dom Wunibaldo. Atualmente, as vias estão na mesma altura. A mudança vai impedir que automóveis entrem na praça e melhorar a drenagem das águas pluviais. Serão construídas faixas de pedestres e melhorias na sinalização.

Outra mudança será na Rua Quinco Caldas. O alargamento das calçadas vai garantir mais espaço para os pedestres e para os comércios e restaurantes. Em um trecho de 133 metros, entre o posto de combustível na esquina da Rua Santo Antônio e a esquina com a Rua Cipriano Curvo, será instalada uma cobertura metálica.

A cobertura transparente possibilitará o uso do espaço em dias chuvosos e terá arquitetura baseada na Igreja da Sé de Santana. Também serão instalados guarda-corpos, para proteger o espaço das calçadas. A Rua Quinco Caldas ganhará também iluminação com postes ornamentais.

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Fonte: GOV MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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