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Governo de MT entrega 1,2 mil cestas básicas e kits de higiene à famílias carentes de Cuiabá

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O Programa Ser Família Solidário, desenvolvido pelo Governo de Mato Grosso, está entregando cestas de alimentos e kits com produtos de higiene e limpeza para instituições filantrópicas, que fazem a distribuição para as famílias que precisam de ajuda. A distribuição é realizada por servidores da Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) e da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (Unaf), sob a direção voluntária da idealizadora dos projetos sociais, a primeira-dama do Estado, Virginia Mendes.

“A presença do Estado e a colaboração dos voluntários é muito importante. Os projetos sociais também dependem das parcerias. Agradeço a todos os parceiros. Com união e vontade vamos levando um pouco mais de conforto às famílias que precisam de nossa atenção”, disse Virginia Mendes.

Até esta quarta-feira (15) serão entregues 1.260 cestas básicas e 1.260 kits de higiene e limpeza, para as seguintes instituições filantrópicas cadastradas: Irmãs Cristiane; Irmãos Praeiro; Associação Jardim Manancial; Associação Brasil 21; Comunidade Terapêutica Linear; Igreja Assembleia de Deus, no CPA 3 setor 5 e a Associação Vila Cuiabá.

A secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, acompanha a distribuição das doações. Segundo a secretária, essa é uma das ações integradas com o governo, por meio da Setasc e da Unaf, para atender a população. A secretária interina pediu aos beneficiados e aos líderes comunitários que mantenham o cadastro único atualizado no Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) para que as famílias recebam o apoio do Estado.

Grasielle Bugalho informou que os 141 municípios também vão receber as cestas básicas de alimentos e kits de produtos de higiene e limpeza, a partir de março e forma trimestral. Todas as entregas dessas doações em apoio aos municípios são feitas em parceria com as secretarias municipais de Assistência Social, que farão a distribuição às famílias cadastradas em seus municípios.

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O Ser Família Solidário é um programa idealizado pela primeira-dama Virginia Mendes e realizado pelo governo do Estado, com o objetivo de atender as instituições e famílias em situação de extrema vulnerabilidade social.

“Essa ação só existe porque temos pessoas empenhadas e que gostam de pessoas. Agradeço todas as pessoas envolvidas nesta ação que envolve além da entrega a atenção, porque não é apenas o fato de entregar as cestas e kits de higiene e limpeza, mas parar para uma conversa, ouvir os anseios das pessoas e entregar nosso ombro amigo”, afirmou a primeira-dama.

Doações garantem comida na mesa e a merenda escolar

A instituição assistencial Irmãos Praeiro, localizada no bairro Jardim Vitória em Cuiabá, recebeu 200 cestas básicas de alimentos e 200 kits de higiene e de limpeza. O trabalho assistencial da entidade acontece há 30 anos. Ela também promove a educação infantil há 22 anos, no bairro. Daiana Tingo Vieira, vice-presidente da obra social Irmão Praeiro e coordenadora da Escola filantrópica, destaca que as doações são mantidas pelo Governo todos os anos.

“É uma parceria que a nossa primeira-dama Virginia acompanha de perto junto com a Setasc e a Unaf, que auxiliam no desenvolvimento de nossas atividades, tanto para o trabalho social que realizamos com a comunidade e quanto para alimentação que servimos para as crianças que estudam e recebem três refeições por dia. Esse apoio é muito importante”, confirmou.

Neste ano, a obra social atende 240 crianças matriculadas na escola. Destas, 90 ficam em turno integral e as outras são do ensino fundamental e recebem duas refeições por dia.

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Além de cuidar da educação das crianças, na atividade assistencial 150 famílias recebem a cesta básica de alimentos e o kit de materiais de higiene e de limpeza. Elas são moradoras do bairro cadastrados e assistidos pela instituição.

A aposentada Inocência Rosenda é uma das beneficiadas com a doação de cesta básica e do kit de limpeza. Moradora do bairro Jardim Vitória há 30 anos, ela disse que as doações chegaram em boa hora. “Essas doações nos ajudam muito, tenho um neto que mora comigo e com meu marido, graças ao que recebemos ainda conseguimos compartilhar a doação de parte dos alimentos com uma vizinha e amiga”.

Sérgio Rodrigues dos Santos, morador do bairro há 20 anos, está desempregado e também recebeu a doação. Os alimentos e os kits são bem-vindos. “Todos os anos eu recebo as doações de alimentos e eu ainda posso contar com o auxílio financeiro do Governo do Estado, que nos ajuda a pagar as contas de água e de energia elétrica”, contou Sérgio Rodrigues.

O Ser Família Solidário é um programa idealizado pela primeira-dama e realizado pelo governo do Estado, com o objetivo de atender as instituições e famílias em situação de extrema vulnerabilidade social.

Ao longo dos quatro anos do governo Mauro Mendes foram entregues 1.121.432 cestas básicas de alimentos e de kits de produtos de higiene e de limpeza, para famílias em situação de extrema pobreza, no Estado.

Fonte: GOV MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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