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Estão abertas inscrições para o Simpósio Brasileiro da Cultura do Maracujazeiro

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Estão abertas as inscrições para a oitava edição do Simpósio Brasileiro da Cultura do Maracujazeiro. O simpósio é coordenado pelo professor, doutor em Genética e Melhoramento de Plantas, Willian Krause, do programa de extensão MT Horticultura da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat). Nos dias 23 e 24 de maio o evento será realizado no auditório do Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho, e no dia 25, na Área Experimental do câmpus da Unemat, ambos em Tangará da Serra, Mato Grosso.

As inscrições são limitadas e seguem até o dia 19 de maio tanto para comunidade interna como externa, com uma taxa de R$ 50. Os certificados serão disponibilizados na página do evento para download. Para obter o certificado é necessário a participação em 100% do evento, comprovado por meio da assinatura da lista de presença que será disponibilizada pela organização nos períodos da manhã e tarde. Para se inscrever e ver a programação completa clique aqui. 

Interessados em submeter trabalhos na área Agronomia devem enviá-los pelo mesmo link da inscrição até o dia 23 de abril. Os trabalhos serão aceitos sob as subáreas: Cultivo de Plantas Ornamentais e Paisagismo; Entomologia; Fisiologia da Produção e Pós-colheita; Fitopatologia; Fitotecnia; Melhoramento Genético; Recursos Genéticos; entre outras.

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Além das palestras, os participantes terão visitas guiadas nas vitrines tecnológicas em Tangará. Também faz parte do simpósio a sexta reunião técnica sobre a cultura do maracujazeiro e a primeira Frutec-MT com a temática tecnologias para produção de frutas em Mato Grosso.

O evento é realizado pela Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat), em conjunto com a prefeitura municipal de Tangará da Serra (por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Tangará da Serra, e pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Mato.

O simpósio ainda conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Fruticultura, do Sindicato Rural de Tangará da Serra, da Universidade Federal de Mato Grosso, do Instituto Federal de Mato Grosso – câmpus Juína; e da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso, além patrocínio da Somar Serviços Agro.

Locais do evento:

23 e 24 de maio – Centro Cultural Pedro Alberto Tayano Filho, Av. Brasil – Centro, Tangará da Serra-MT

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25 de maio – Área Experimental do câmpus de Unemat, Rod. MT-358, Km 07, Jardim Aeroporto, Tangará da Serra-MT

Fonte: GOV MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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