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Vereador de VG protagoniza baixaria com palavrões de baixo calão em grupos de WhatsApp

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Um áudio do vereador de Várzea Grande, Calistro Lemes do Nascimento – popular Jânio Calistro (União), farto de palavrões de baixo calão, ofendendo membros de uma família tradicional da cidade, “Ferreira Mendes”, repercutiu em grupos de Whatsapp, neste sábado (25.02). Já não é a primeira vez que o vereador Jânio Calistro protagoniza esse tipo de discussão com palavras de baixo calão, em grupos de Whatsapp. No entanto, neste ele ressaltou que “gostava” de colocar no grupo para todos escutarem.

No áudio, o parlamentar “xinga” a mãe de Juscelino Ferreira Mendes (Rico), de rapariga, veia, fod3d3ira, e disse que ninguém daquela família valia um pequi ruído, pois o que não dava c*, era corno e as mulheres são tudo raparigas. “Até a sua mãe que era a maior biscate que tem no Capão Grande. É só você perguntar para o pessoal do açougue. Todo mundo sabe que sua mãe era a maior biscate. Papai f*dia sua mãe no arroizal (risos). E você o maior ceceiro que tem, você nunca teve muiê, você teve só gurizada pra f*der você. Você chupava meu pa* Rico, atrás do córrego do formigueiro. Eu tava lá pescando e você passava lá pra chupar meu c*ac3t3”.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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