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Academia goleia o Cacerense dentro de casa e entra no G-6 do Campeonato Mato-grossense

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A Academia goleou o Cacerense por 4 a 1, na tarde deste domingo (26), no estádio Luthero Lopes, pela oitava e penúltima rodada da primeira fase do Campeonato Mato-grossense. O duelo ganhou requintes de decisão antes mesmo da bola rolar, pois as duas equipes estavam separados por apenas um ponto na tabela de classificação.

O jogo

No primeiro tempo, a Academia abriu o placar com Diego. Após o intervalo, Douglas Vargas ampliou. Diego fez o terceiro de cabeça, após grande jogada de Jefferson Maranhense. Lucas, em linda cobrança de falta no ângulo, marcou o quarto gol dos donos da casa. Tayron diminuiu para o Cacerense.

O time visitante ainda terminou a partida com um jogador a menos. Jordan cometeu falta dura e foi expulso.

Como fica?

Com o resultado, o Capitão América salta três posições, passa o próprio rival na tabela e termina a rodada na 5ª colocação, com 10 pontos. A Fera da Fronteira, por sua vez, cai duas posições e agora é o 7º colocado, com 8.

Agenda

As equipes voltam a campo no próximo sábado (04) para a nona e última rodada da competição estadual. A Academia visita o Luverdense, às 15h30, no estádio Passo das Emas. No mesmo horário, o Cacerense recebe o Cuiabá, no estádio Geraldão, em Cáceres.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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