MATO GROSSO
Setasc capacita servidores da Assistência Social para busca ativa de famílias em situação de extrema pobreza
MATO GROSSO
A capacitação segue até o dia 9 de março, de forma presencial, no auditório da Controladoria Geral do Estado (CGE), e online, e é destinada aos coordenadores municipais do Cadastro Único e Programa Auxílio Brasil dos 141 municípios.
A secretária interina de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasielle Bugalho, alerta que a inscrição no Cadastro Único é fundamental para que as famílias em extrema vulnerabilidade social tenham acesso às políticas públicas de assistência social.
“É o desejo da primeira-dama do Estado, Virginia Mendes, que os programas sociais da Política Pública estadual cheguem às famílias que mais precisam. Portanto, a atualização do CadÚnico é importante para que façam parte do mesmo somente famílias em extrema pobreza. Nesse sentido, o Governo conta com a parceria dos 141 municípios, por meio dos CRAS; o mais fundamental é estar com o cadastro atualizado, sendo necessário realizar a busca ativa, pois muitas famílias, por diversos fatores, podem estar fora do CadÚnico atual. Podem existir aqueles que precisam muito, e que tem dificuldade de acessar até um cadastramento”, ressalta.
A secretaria adjunta de Assistência Social (Saas) informa que os cadastros existentes no CadÚnico nacional serão atualizados pelos 141 municípios do Estado, e, portanto, poderá haver alteração na quantidade de famílias cadastradas à medida em que as secretarias municipais atualizem e regularizem os registros que estão com inconsistências, para que os programas sociais que utilizam o Cadastro Único possam atender a quem mais precisa.
A Setasc presta apoio técnico para a equipe responsável pelo atendimento do CadÚnico nos municípios, de forma online e presencial, no sentido de orientar e estimular a busca ativa de famílias que estiverem de fora dos programas sociais em seus municípios, com renda per capita de até R$ 105.
De acordo com orientação do governo Federal, os Estados e Municípios devem promover, prioritariamente, a inclusão de famílias pertencentes aos grupos populacionais tradicionais específicos, em especial a população em situação de rua, os povos indígenas e as crianças em situação de trabalho infantil.
O plano de ação emergencial é requalificar as informações das famílias brasileiras no CadÚnico para que reflitam o perfil dos mais vulneráveis e que precisam de atenção prioritária. O programa prevê um aumento na capacidade de atendimento de Estados e Municípios com a contratação de pessoal e a compra de materiais e equipamentos.
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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