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Fórum de Economia Criativa é realizado em Cuiabá com o apoio do Governo de MT

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O Fórum Sebrae de Economia Criativa – Cidades criativas e a importância da criatividade no desenvolvimento será realizado de 21 a 24 de março, em Cuiabá, com o apoio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso (Secel-MT).

O evento vai discutir as novas formas de desenvolvimento local e pensar como manifestos culturais e criativos podem contribuir significativamente para a diversificação econômica e fortalecimento territorial, fazendo com que o público pense em cidades criativas e encaminhamentos produtivos a partir da cultura e da criatividade.

Voltado para pessoas que planejam e atuam no fomento de setores criativos, o evento será presencial e gratuito. A programação acontecerá em horários e locais diferentes. Confira a agenda aqui.

A abertura do fórum será com o talk Economia Criativa e Cidades Criativas, que contará com a participação do secretário adjunto de Cultura da Secel-MT, Jan Moura.

Este talk vai apresentar insights e caminhos possíveis para uma cidade criativa, que gere riqueza e contribua para o bem-estar social, e ainda contará com a participação de Lala Dehenzelin, futurista e uma das pioneiras da economia criativa no Brasil, sob a mediação de Qiah Sallah, designer de soluções e fundador da Una! Criatividade e Impacto Positivo. O evento será na terça-feira (21), às 9h30, no Sebrae Lab.

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No período vespertino, no talk Programas Públicos de Economia Criativa – Cases de RS e MT, a superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura, vai apresentar cases de sucesso do MT Criativo. O evento será às 14h, no mesmo local, e contará com a participação de Carol Biberg, do RS Criativo.

Na quarta-feira (22), a programação será na Casa das Pretas, na Praça da Mandioca. Às 15h, tem o Workshop Monetização de Espaços Culturais, com o facilitador Qiah Sallah. Eles vão discutir questões como: quais os caminhos possíveis para monetizar? Como realizar recorrência no ganho para manutenção do espaço? Quais as fontes possíveis de recurso? Logo após, os participantes poderão conhecer alguns produtos e serviços na Feira Preta.

Já na quinta-feira (23), o evento ocorrerá na Casa Cuiabana. A programação começa às 19h, com a Talk Mensuração de Impacto na Economia Criativa. Jader Rosa e Qiah Salla irão falar sobre a importância de dados dos setores criativos e culturais para o desenvolvimento de políticas públicas, auxiliar a tomada de decisão e ainda, evidenciar o potencial econômico do setor. O bate-papo será mediado por Felipo Abreu. Às 21h, o Pocket Show vai encerrar as atividades do dia.

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O Fórum encerra na sexta-feira (24), com programação diversa na Sumac Records. A primeira do dia será às 15h, com o Workshop: Gestão de festivais independentes, com a facilitadora Ana Morena, sócia e idealizadora do Festival DoSol. O painel vai abordar os principais desafios dos festivais independentes no Brasil.

Às 19h30, no talk A importância dos Festivais independentes na cena da música, as participantes Ana Morena, Elisa Maia e Larissa Sossai vão falar sobre a mobilização e fortalecimento da cena musical nas cidades. Com mediação de Sara de Paula, neste talk vamos entender como experiências do Norte, Nordeste e Centro-Oeste evidenciam a potência da cena musical no território.

E para fechar a programação do Fórum, às 21h, tem Pocket Show Baguncinha com artistas da Sumac Records.

Serviço
Fórum Sebrae de Economia Criativa
De 21 a 24 de março
Inscreva-se pelo link https://www.sympla.com.br/evento/forum-sebrae-de-economia-criativa/1901115
 

Fonte: GOV MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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