MATO GROSSO
Fórum de Economia Criativa é realizado em Cuiabá com o apoio do Governo de MT
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O evento vai discutir as novas formas de desenvolvimento local e pensar como manifestos culturais e criativos podem contribuir significativamente para a diversificação econômica e fortalecimento territorial, fazendo com que o público pense em cidades criativas e encaminhamentos produtivos a partir da cultura e da criatividade.
Voltado para pessoas que planejam e atuam no fomento de setores criativos, o evento será presencial e gratuito. A programação acontecerá em horários e locais diferentes. Confira a agenda aqui.
A abertura do fórum será com o talk Economia Criativa e Cidades Criativas, que contará com a participação do secretário adjunto de Cultura da Secel-MT, Jan Moura.
Este talk vai apresentar insights e caminhos possíveis para uma cidade criativa, que gere riqueza e contribua para o bem-estar social, e ainda contará com a participação de Lala Dehenzelin, futurista e uma das pioneiras da economia criativa no Brasil, sob a mediação de Qiah Sallah, designer de soluções e fundador da Una! Criatividade e Impacto Positivo. O evento será na terça-feira (21), às 9h30, no Sebrae Lab.
No período vespertino, no talk Programas Públicos de Economia Criativa – Cases de RS e MT, a superintendente de Desenvolvimento da Economia Criativa da Secel, Keiko Okamura, vai apresentar cases de sucesso do MT Criativo. O evento será às 14h, no mesmo local, e contará com a participação de Carol Biberg, do RS Criativo.
Na quarta-feira (22), a programação será na Casa das Pretas, na Praça da Mandioca. Às 15h, tem o Workshop Monetização de Espaços Culturais, com o facilitador Qiah Sallah. Eles vão discutir questões como: quais os caminhos possíveis para monetizar? Como realizar recorrência no ganho para manutenção do espaço? Quais as fontes possíveis de recurso? Logo após, os participantes poderão conhecer alguns produtos e serviços na Feira Preta.
Já na quinta-feira (23), o evento ocorrerá na Casa Cuiabana. A programação começa às 19h, com a Talk Mensuração de Impacto na Economia Criativa. Jader Rosa e Qiah Salla irão falar sobre a importância de dados dos setores criativos e culturais para o desenvolvimento de políticas públicas, auxiliar a tomada de decisão e ainda, evidenciar o potencial econômico do setor. O bate-papo será mediado por Felipo Abreu. Às 21h, o Pocket Show vai encerrar as atividades do dia.
O Fórum encerra na sexta-feira (24), com programação diversa na Sumac Records. A primeira do dia será às 15h, com o Workshop: Gestão de festivais independentes, com a facilitadora Ana Morena, sócia e idealizadora do Festival DoSol. O painel vai abordar os principais desafios dos festivais independentes no Brasil.
Às 19h30, no talk A importância dos Festivais independentes na cena da música, as participantes Ana Morena, Elisa Maia e Larissa Sossai vão falar sobre a mobilização e fortalecimento da cena musical nas cidades. Com mediação de Sara de Paula, neste talk vamos entender como experiências do Norte, Nordeste e Centro-Oeste evidenciam a potência da cena musical no território.
E para fechar a programação do Fórum, às 21h, tem Pocket Show Baguncinha com artistas da Sumac Records.
Serviço
Fórum Sebrae de Economia Criativa
De 21 a 24 de março
Inscreva-se pelo link https://www.sympla.com.br/evento/forum-sebrae-de-economia-criativa/1901115
Fonte: GOV MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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