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Setasc promove encontro para compartilhamento de experiências na gestão do SUAS

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania de Mato Grosso (Setasc), por intermédio da secretaria adjunta de Assistência Social (Saas), realizou nos dias 18 e 19 de abril a 1ª Mostra da SAAS/SETASC-MT: Supervisão Técnica em Gestão Estadual do SUAS. A ação foi executada por meio do Programa Estadual de Educação Permanente do Sistema Único de Assistência Social de Mato Grosso (EducaSUAS-MT), em parceria com o Instituto de Educação e Cultura José Carlos Pereira (IECULT).

O objetivo geral da mostra foi proporcionar como atividade de culminância da Supervisão Técnica em Gestão Estadual do SUAS um espaço de diálogo, divulgação e discussão de práticas profissionais desenvolvidas no âmbito da Gestão Estadual da Assistência Social de Mato Grosso, a partir da Supervisão Técnica ofertada entre os meses de maio de 2022 a março de 2023.

Segundo a secretária interina da Setasc, Grasielle Bugalho, esse exercício de capacitação possibilita uma construção crítica e criativa de novas alternativas de intervenção aos trabalhadores do SUAS.

“Eu gostaria de parabenizar a secretária adjunta de Assistência Social pela busca de conhecimento. Parabéns a cada um de vocês que dedicaram tempo, seja o do trabalho e também do convívio familiar. Os resultados obtidos e que foram expostos são sensacionais, cada um trazendo um olhar diferenciado e de inovação. Parabéns a todos os envolvidos, em especial a secretária Leicy, que esteve à frente deste trabalho”, declarou Bugalho.

De acordo com a secretária adjunta de Assistência Social, Leicy Vitório, essa primeira mostra é o resultado da capacitação dos servidores da Saas tem como objetivo demonstrar todo o trabalho desenvolvido, especialmente a partir da supervisão técnica, embasadas nas experiências profissionais.

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“Os trabalhos expostos aqui demonstram todo o comprometimento e envolvimento de todos os trabalhadores da gestão estadual, em relação à Política de Assistência Social. Além do comprometimento da gestão com a qualificação e profissionalização dos seus trabalhadores e qualificação dos serviços porque nós temos uma equipe capacitada, qualificada, refletindo nas capacitações e diversas outras ações da secretaria para os municípios e seus trabalhadores. O objetivo é qualificar cada vez mais e aperfeiçoar os nossos processos de trabalho”, afirmou.

A presidente do Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social do Estado de Mato Grosso (COEGEMAS-MT), Jucélia Ferro, parabenizou a iniciativa do Governo de Mato Grosso em capacitar os trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), pois é a população que se beneficiar dos serviços prestados.

“Os resultados dessa capacitação irão facilitar e melhorar os atendimentos aos municípios. A Setasc está desenvolvendo um excelente trabalho, uma excelente integração para todos os municípios. Isso vai fortalecer ainda mais com o conhecimento, para que a gente possa entregar o melhor serviço lá na ponta àqueles que precisam da assistência social, já que nós vivemos momentos desafiadores em todo o estado e a nível nacional”, disse.

Durante um ano, Claudia Giongo e Maria Júlia Andrade foram as supervisoras da equipe no processo de capacitação. Para Claudia estar na supervisão técnica foi revelador, pela potência que o espaço de capacitação proporciona.“Isso é fantástico porque quando uma gestão de dispõe a fazer o exercício de olhar para si, entender as suas demandas, fortalezas e fragilidades, é investir em um processo de qualificação que passa por uma perspectiva teórica, metodológica e ética. Eu saio daqui completamente satisfeita e com uma celebração interna por ter conhecido pessoas tão envolvidas no trabalho que desenvolvem. O Estado de Mato Grosso está de parabéns pela trajetória da sua gestão”, finalizou.

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A mostra foi iniciada após a apresentação cultural do Grupo de Flautas da Associação Madre Tereza de Calcutá (CENPHRE), uma organização da sociedade civil beneficiada pelo Edital de Chamamento Público nº 001/2021 desenvolvido pela Setasc.

A programação contou com a participação de Márcia Helena Carvalho Lopes, Assistente Social e ex-ministra de Desenvolvimento Social e Combate à Fome; Marcilio Marquesini Ferrari, da Secretaria Nacional de Assistência Social do Ministério de Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Além da participação da Comissão Técnica da Mostra e membros do Núcleo Estadual de Educação Permanente do SUAS, Junio de Souza Alves, Tassiely Karine Passos e Vanessa Brunetto Magri.Dentre os trabalhos apresentados na mostra foram: O SUAS em Mato Grosso, Identidade Profissional e Relações Interpessoais; Identidade Profissional do trabalhador do SUAS; Comunicação Não Violenta – CNV como ferramenta de mediação para o apoio técnico; A importância do Mapeamento de Processos do Fluxo de Atividades da Secretaria Técnica da CIB/SUAS.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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