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Setasc realiza encontro para orientações sobre o Cadastro Único e Leis Municipais de Assistência Social

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A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), por intermédio da secretaria adjunta de Assistência Social (Saas), promoveu nesta terça-feira (25.04) no Hotel Fazenda Mato Grosso, o 3º Encontro Técnico Integrado do Sistema Único de Assistência Social (SUAS/MT).

A ação faz parte do Programa Estadual de Educação Permanente do SUAS de Mato Grosso (Programa EducaSuas/MT), e tem o objetivo de orientar gestores, trabalhadores e conselheiros de assistência social sobre as principais informações do Cadastro Único (CadÚnico), Programa de Fortalecimento Emergencial do Atendimento do Cadastro Único no Sistema Único da Assistência Social (PROCAD-SUAS), e o processo necessário para a regulamentação da Política Municipal de Assistência Social – Lei do SUAS.

O evento contou com a participação do Tribunal de Contas do Estado (TCE/MT) e da Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social enquanto estratégia de atuação conjunta junto aos municípios, com vistas ao aprimoramento da Gestão do Sistema Único de Assistência Social no Estado de Mato Grosso.

De acordo com a secretária adjunta de Assistência Social, Leicy Vitório, a secretaria adotou desde o ano passado o Encontro Técnico como uma ferramenta para anteceder a reunião da Comissão Intergestores Bipartite (CIB).

“Este encontro funciona como um apoio técnico aos municípios, onde a gente elege algumas temáticas da Política de Assistência Social que costumam aparecer com mais frequência. É um espaço para que possamos dialogar com os municípios, orientar e melhorar a gestão, seja de programas, algum serviço ou da própria gestão do SUAS. Hoje abordamos o PROCAD, no âmbito do Cadastro Único e oficinas em relação a lei do SUAS, com a parceria do Tribunal de Contas”, disse a secretária adjunta Leicy.

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Segundo o secretário de Assistência Social de Juína, Alessandro Barbosa, a presença do município no encontro técnico é muito importante porque é um espaço de conhecimento.

“É de grande valia esta reunião e só temos a agradecer ao Governo de Mato Grosso pelo apoio que tem dada para cada município, principalmente com estes encontros porque acaba refletindo lá na ponta, no usuário da assistência, na qualidade dos atendimentos e dos serviços prestados pelas secretarias de Assistência Social em todo o estado”, afirmou.

Para a primeira-dama e gestora de Assistência Social de Salto do Céu, Elcí Espíndola, participar das capacitações estaduais é uma forma de adquirir conhecimento.

“Quando a gente vem falar diretamente com os profissionais da Setasc, é incomparável a bagagem que conseguimos adquirir nesses encontros. Isso só beneficia os munícipes da nossa cidade, ao levar as informações corretas sobre os seus direitos”, disse.

Já para Vanessa Magri, secretária de Assistência Social de Tapurah, o encontro técnico é uma importante ação para suprir necessidade de conhecimento em aprender a desenvolver da melhor forma a gestão do Cadúnico no estado.

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“Para nós, gestores e trabalhadores do SUAS, é de suma importância esses encontros. A gente tem agora o PROCAD que é um desafio para a administração dos municípios. Então, ter este momento para tirar as dúvidas e ter conhecimento de como utilizar o programa ao nosso favor é fundamental”, ressaltou Vanessa.

No primeiro momento do encontro, foram abordados o Panorama do Cadastro Único em Mato Grosso, o Programa de Fortalecimento Emergencial do Atendimento do Cadastro Único no Sistema Único da Assistência Social (PROCAD/SUAS), a busca ativa nas situações de Trabalho Infantil e a participação da Comissão Permanente de Saúde e Assistência Social (TCE/MT) com a apresentação da Nota Recomendatória CPSA Nº 2/2023.

Já na parte da tarde, foram realizadas oficinas sobre as Leis Municipais de Assistência Social nas discussões em grupos, dos seguintes temas: as Concessões de Benefícios Eventuais nas situações de calamidade pública e Monitoramento CPFA – Conselho, Plano, Fundo e alocação de recursos próprios.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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