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Governo de MT entrega mais de 300 notebooks para Rede de Educação de Rondonópolis

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), entregou nesta sexta-feira (05) mais de 300 notebooks direcionados aos professores efetivos em exercício no município de Rondonópolis em regime de colaboração. Ao todo, foram investidos mais de R$ 1,4 milhão em equipamentos que tem como objetivo auxiliar o profissional da educação na execução de suas atividades dentro e fora da sala de aula, além de contribuir para o rendimento na aprendizagem dos estudantes.

O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, que no ato representou o governador Mauro Mendes, disse que a parceria entre o Estado e o Município deverá se estender e trazer ainda mais benefícios à comunidade escolar. “Essa parceria é fruto do diálogo, do cuidado e atenção aos profissionais da educação que buscam um ensino público de qualidade. Rondonópolis é uma cidade em constante evolução, e é nesse mesmo caminho que a educação pública deve seguir”, afirmou.

Durante a cerimônia, o secretário ainda projetou novas parcerias na construção e reforma de unidades escolares para melhorar o ambiente para alunos e professores do município.

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A entrega foi realizada na Escola Municipal de Educação Básica Terezinha Silva de Souza, e contou com a presença de representantes do Poder Legislativo e Executivo Municipal

O prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, externou sua satisfação em ver a educação pública sendo reconhecida. “Aqui em Rondonópolis, nós dedicamos todos os esforços para que os nossos estudantes tenham oportunidade de aprender. Estamos investindo na educação e criando futuros cidadãos que vão contribuir com este país, em diversas áreas de atuação”, pontuou.

A professora da Escola Municipal Gisélio da Nóbrega, Francelina de Moraes, disse que o notebook vai contribuir com o planejamento das aulas no dia a dia escolar. Segundo ela, o uso da ferramenta na sala de aula é de extrema importância e relevância, pois o aluno já mantém esse contato constante com a tecnologia em casa, através do computador e do smartphone.

Essa constatação foi ressaltada pela professora Maurita Franco, da Escola Municipal Rosalino Antônio da Silva no município. A educadora explicou que além dos planejamentos, o notebook também será muito útil na hora de realizar os lançamentos no sistema educacional e fazer pesquisas. “Estar conectada com um notebook de qualidade fará toda a diferença, por meio do computador eu vou poder planejar aulas mais ricas e ainda usar como ferramenta complementar”, finalizou.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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