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Caminhada marca início das programações da Semana da Adoção em Mato Grosso

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Com o objetivo de divulgar e desmistificar o tema “adoção”, a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara), da qual a primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes é madrinha, realizou uma caminhada no bairro São Gonçalo Beira-Rio, na manhã de domingo (21). A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania, Grasi Bugalho, esteve presente representando a primeira-dama do Estado.

O evento, que marca o início das programações da Semana da Adoção em Mato Grosso, teve a abertura no quintal da Associação Cultural Flor Ribeirinha, com uma apresentação de dança do grupo Semente Ribeirinha, do qual a primeira-dama Virginia Mendes também é madrinha, formado por meninas e meninos com idade entre 6 a 12 anos, e a presença de famílias compostas por pais e filhos adotivos.

“Eu gostaria muito de ter participado da caminhada, mas ainda estou me recuperando, recebi as mensagens e vi a mobilização e estava tudo lindo. Eu posso dizer com toda certeza o quanto a adoção é importante, é um ato de amor e que o elo familiar pode sim existir na mesma intensidade, porque sou fruto de adoção. Vamos nos unir durante esta semana que marca as discussões acerca do tema. A única coisa que uma criança ou adolescente que está para adoção precisa é de amor e de um lar seguro”, ratificou a primeira-dama de MT, Virginia Mendes.

A secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Grasi Bugalho, falou sobre a alegria de participar do evento representando a primeira-dama Virginia Mendes e falando sobre a importância da adoção, , legal e segura, e do trabalho que a Ampara tem feito junta ao Tribunal de Justiça e a Setasc. “Aqui estamos com duas causas do coração da primeira-dama Virgínia Mendes, a adoção e o Flor Ribeirinha. Faz parte da vida dela, ela caminha junto com a Ampara há algum tempo, antes mesmo de ser primeira-dama do estado. Ações como essa nos fazem mais felizes, de divulgar a importância da adoção. As nossas crianças não são o futuro, elas são o presente, e temos que cuidar muito bem delas para que realmente possam ser nosso futuro”, completou.

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A presidente da Ampara, Daisy Guilem, agradeceu o apoio da primeira-dama Virginia Mendes, da Setasc e do Flor Ribeirinha, na pessoa de dona Domingas. Ela ressaltou a importância do dia 25 de Maio, Dia Nacional da Adoção. “É a única data do ano que a gente consegue falar com a sociedade sobre adoção, sobre crianças, sobre família, sobre legalidade, despertando nas pessoas o interesse pelo assunto. Precisamos mostrar para as pessoas que é possível amar, independente do sangue, da cor e da condição financeira, que é possível ser família, porque família é onde habita o nosso coração. Onde está o nosso coração, aí está nossa família. Estamos aqui também para enfrentar preconceitos e mostrar que preconceitos não cabem mais na nossa sociedade e que a família se forma a partir do momento que a gente se ama”, enfatizou.

Semana da Adoção

Durante a Semana da Adoção outras atividades também serão realizadas em prol do tema. Na segunda-feira (22), às 14 horas, no saguão da entrada principal do Tribunal de Justiça, ocorreu a abertura da Semana Estadual da Adoção e lançamento do perfil da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA) no Instagram (@cejatjmt), com a presença do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva.

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Na quarta-feira (24), a partir das 9h, haverá ainda o Seminário “As diversas complexidades da adoção”, com participação da juíza Gleide Bispo Santos, da 1ª Vara da Infância e Juventude da Comarca da Capital.

Para o dia 25 de maio, Dia Nacional da Adoção, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) convocou a todos as tribunais para realizar o twitaço #AdotarÉAmor. A mobilização digital, que ocorre desde 2017, tem feito com que o tema adoção ganhe repercussão na sociedade. O Poder Judiciário de Mato Grosso é parceiro dessa causa, principalmente por meio da Comissão Estadual Judiciária de Adoção (CEJA).O twitaço está marcado para começar às 15 horas do dia 25 de maio, usando a hashtag #AdotarÉAmor.

O objetivo é acionar uma grande rede e fazer a adoção ser uma das principais pautas do dia no Twitter. Para isso, pessoas e instituições devem publicar em seus perfis nas redes sociais conteúdos (textos, fotos e/ou vídeos) sobre adoção, além de interagir com a hashtag e convidar outras pessoas a fazerem parte dessa mobilização.

No mesmo dia (25), às 9 horas, no auditório Gervásio Leite, o Poder Judiciário, juntamente com a Associação Mato-grossense de Pesquisa e Apoio à Adoção (Ampara) e o Instituto Brasileiro de Direito de Família (IBDFAM), realizarão a cerimônia de premiação do 10º Concurso de Redação sobre adoção, voltado para alunos do 6º ao 9º ano de escolas da rede pública e privada de todo Estado. A temática deste ano é: “Adoção: de repente uma família”.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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