MATO GROSSO
Evento da Seduc que aborda ciência de forma divertida chega à Cuiabá e Várzea Grande
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No Ciência em Show o clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica já que, em vários momentos do espetáculo, quase não dá para acreditar que o que se passa diante dos olhos seja realidade. “Parece fantasia, mas o show é ciência pura, só que em sua forma mais lúdica e interativa”, define o secretário de Estado de Educação, Alan Porto. O secretário enaltece que a ciência é inquestionável, pois possibilita avanços nos muitos campos que envolvem a vida como um todo. “Além do ganho intelectual, há o cultural também”.
Diante de uma plateia prevista de quatro mil estudantes nos dois dias do evento, os professores da equipe do Ciência em Show realizarão demonstrações animadas para estimular a curiosidade de crianças e jovens, como a “Bexiga elétrica”, que mostra como é feita a eletrização por atrito, o “Cabelos em pé”, em que o gerador de Van de Graaff “arrepia” os cabelos dos participantes, entre outras atividades lúdicas.
Para o secretário, essa é mais uma novidade tecnológica adotada pelo Estado para a prática da ciência em sala de aula. Na avaliação dele, as experiências extraídas da plataforma por professores e estudantes e as sensações proporcionadas em cada aula facilitam a compreensão de conceitos relacionados à física, eletricidade e mecânica, principalmente. “Estou satisfeito com os resultados”.
O uso da plataforma digital de prática científica do Ciência em Show pela Seduc começou em 2022 e vai até agosto deste ano. Atende diretamente mais de 156 mil estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino, além de 1.407 professores que ministram suas aulas na disciplina de Ciências por meio dessa tecnologia.
Para os professores, a plataforma digital contém nove cursos na modalidade EAD, metodologias ativas, planos de aula, conteúdo para aprofundamento teórico e vídeos de experimentos. Para os estudantes, estão disponibilizados 104 vídeos que podem ser assistidos pelo computador, celular, entre outros aparelhos digitais, com aulas interativas de Ciências.
“Na Rede Estadual de Ensino temos ferramentas tecnológicas como Chromebooks, internet e Smart TVs que auxiliam os estudantes nesse tipo de experimento prático. Isso gera conhecimento e desperta o interesse pela ciência. Com os recursos disponibilizados, os estudantes podem fazer ciência em casa, na escola ou onde ele quiser”, completa a líder da Política de tecnologia no Ambiente Escolar, Silvana Copceski Stoinsk.
Conforme o diretor regional de Educação do polo Cuiabá, Fábio Bernardo, a ciência é fundamental para o desenvolvimento e o cidadão que sabe lidar com conceitos científicos básicos tem uma melhora significativa na qualidade de vida, torna-se mais crítico e apto ao empreendedorismo e à inovação. “Por esse e por outros motivos, o Ciência em Show é importante para dar um plus em nossas aulas e nos resultados práticos que buscamos”, avalia.
Ciência em show!
O Grupo Ciência em Show existe há 20 anos e não objetiva fins lucrativos. Por meio de sua plataforma digital, leva a ciência de forma prática para estudantes de escolas públicas. Além de eventos in loco, oferta materiais didáticos exclusivos e divertidos para o educador aplicar na sua aula de Ciências, proporcionando vivências e experiências práticas.
Fonte: Governo MT – MT
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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.