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Evento da Seduc que aborda ciência de forma divertida chega à Cuiabá e Várzea Grande

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Chegou a vez de Cuiabá e de Várzea Grande receberem o Ciência em Show, evento que tem como objetivo motivar a comunidade estudantil para a prática científica. As apresentações interativas com a plateia começam no dia 1º de junho, às 11h, no Hotel Fazenda Mato Grosso, em Cuiabá, como parte do Congresso Estadual dos Grêmios Estudantis. No dia 02, o evento terá prosseguimento em dois momentos, às 08h30 e às 14h30, no saguão do Bloco C do Centro Universitário Univag, em Várzea Grande. Promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), o Ciência em Show já foi apresentado aos estudantes de Barra do Garças, Primavera do Leste e Rondonópolis.

No Ciência em Show o clima de suspense e curiosidade se assemelha ao de um show de mágica já que, em vários momentos do espetáculo, quase não dá para acreditar que o que se passa diante dos olhos seja realidade. “Parece fantasia, mas o show é ciência pura, só que em sua forma mais lúdica e interativa”, define o secretário de Estado de Educação, Alan Porto. O secretário enaltece que a ciência é inquestionável, pois possibilita avanços nos muitos campos que envolvem a vida como um todo. “Além do ganho intelectual, há o cultural também”.

Diante de uma plateia prevista de quatro mil estudantes nos dois dias do evento, os professores da equipe do Ciência em Show realizarão demonstrações animadas para estimular a curiosidade de crianças e jovens, como a “Bexiga elétrica”, que mostra como é feita a eletrização por atrito, o “Cabelos em pé”, em que o gerador de Van de Graaff “arrepia” os cabelos dos participantes, entre outras atividades lúdicas.

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Para o secretário, essa é mais uma novidade tecnológica adotada pelo Estado para a prática da ciência em sala de aula. Na avaliação dele, as experiências extraídas da plataforma por professores e estudantes e as sensações proporcionadas em cada aula facilitam a compreensão de conceitos relacionados à física, eletricidade e mecânica, principalmente. “Estou satisfeito com os resultados”.

O uso da plataforma digital de prática científica do Ciência em Show pela Seduc começou em 2022 e vai até agosto deste ano. Atende diretamente mais de 156 mil estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental da Rede Estadual de Ensino, além de 1.407 professores que ministram suas aulas na disciplina de Ciências por meio dessa tecnologia.

Para os professores, a plataforma digital contém nove cursos na modalidade EAD, metodologias ativas, planos de aula, conteúdo para aprofundamento teórico e vídeos de experimentos. Para os estudantes, estão disponibilizados 104 vídeos que podem ser assistidos pelo computador, celular, entre outros aparelhos digitais, com aulas interativas de Ciências.

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“Na Rede Estadual de Ensino temos ferramentas tecnológicas como Chromebooks, internet e Smart TVs que auxiliam os estudantes nesse tipo de experimento prático. Isso gera conhecimento e desperta o interesse pela ciência. Com os recursos disponibilizados, os estudantes podem fazer ciência em casa, na escola ou onde ele quiser”, completa a líder da Política de tecnologia no Ambiente Escolar, Silvana Copceski Stoinsk.

Conforme o diretor regional de Educação do polo Cuiabá, Fábio Bernardo, a ciência é fundamental para o desenvolvimento e o cidadão que sabe lidar com conceitos científicos básicos tem uma melhora significativa na qualidade de vida, torna-se mais crítico e apto ao empreendedorismo e à inovação. “Por esse e por outros motivos, o Ciência em Show é importante para dar um plus em nossas aulas e nos resultados práticos que buscamos”, avalia.

Ciência em show!

O Grupo Ciência em Show existe há 20 anos e não objetiva fins lucrativos. Por meio de sua plataforma digital, leva a ciência de forma prática para estudantes de escolas públicas. Além de eventos in loco, oferta materiais didáticos exclusivos e divertidos para o educador aplicar na sua aula de Ciências, proporcionando vivências e experiências práticas.

Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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