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Policiais prendem dupla por furto e apreendem mais de cem módulos de caminhões em Cuiabá

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Policiais militares do 24º Batalhão prenderam, na noite desta segunda-feira (29.05), dois homens por formação de quadrilha, receptação e porte ilegal de arma de fogo e apreenderam 102 módulos de caminhões e uma arma de fogo, no Distrito Industrial, em Cuiabá.

Conforme informações do boletim de ocorrência, os militares foram acionados por um motorista de caminhão que identificou que teve o módulo do veículo furtado, enquanto estava estacionado em um pátio de uma empresa de transportes na região. A vítima contou que os suspeitos chegaram em um veículo Sedan, branco.

Posteriormente, a vítima soube que um outro motorista havia adquirido uma peça pelo valor de R$ 8 mil, mas que havia desconfiado que poderia ser de origem ilícita, visto que a peça apresentava alguns sinais de uso.

O comprador da peça entrou em contato com os suspeitos, então responsáveis pela venda e instalação, alegando que não estaria funcionando no veículo e que não recebeu nenhuma nota fiscal ou garantia do produto.

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Assim que os suspeitos chegaram no local, a vítima que teve o veículo furtado, acionou a Polícia Militar para relatar o caso. Neste momento, eles apresentaram um certo nervosismo e informações contraditórias.

Com a chegada dos militares, a esposa de um dos suspeitos afirmou que a peça era de origem ilícita e que havia um local utilizado de depósito próximo a sua residência.

Diante da denúncia, os militares foram até a casa da mulher e encontraram um depósito com diversas peças de caminhões, sendo 101 módulos, válvulas, boias, reservatórios e sucatas.

A mulher contou ainda que um dos suspeitos sempre chamava pelo seu marido no meio da noite para fazer serviços em caminhões. A dupla confessou que praticava o furto e a receptação das peças de veículos de carga.

Na casa de um dos suspeitos, os militares ainda apreenderam uma arma de fogo, seis munições calibre 38 e dois aparelhos celulares. Os homens e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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