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Novo prédio da Sema em Rondonópolis está em fase final de execução

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Em fase final de execução, a obra da nova sede da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) de Rondonopolis foi vistoriada nesta quinta-feira (01.06), para a checagem dos últimos detalhes antes da entrega da estrutura à sociedade. Com 735 m² de área construída, o prédio resgata uma estrutura estadual que não estava sendo utilizada no município e a transforma em uma sede moderna e equipada para a atuação do órgão ambiental.

“A nova estrutura representa o fortalecimento das ações ambientais em todos os municípios atendidos pela diretoria regional, melhoria das condições de trabalho dos servidores e do atendimento ao cidadão. O projeto foi pensado com muito carinho para oferecer o melhor a todos que utilizarão os serviços da Sema”, destacou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Tanto a nova localização, quanto a qualidade do novo espaço destinado ao atendimento ao público irão aproximar a Sema do cidadão, avalia o diretor da Regional, Ailton Fonseca. “Estou muito feliz de poder colher os frutos do esforço conjunto da Regional, da gestão do Governo de Mato Grosso, e de todos os parceiros que colaboraram para que possamos inaugurar em breve esse lindo prédio”, afirmou.

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Nesta fase final, além de detalhes do acabamento da nova sede, está sendo finalizada a instalação do mobiliário novo feito exclusivamente para atender às necessidades do trabalho interno e do atendimento ao cidadão. Todos os ambientes foram planejados para o melhor aproveitamento do espaço, organização, acabamento e funcionalidade.

O prefeito de Rondonópolis, José Carlos do Pátio, comemora o fortalecimento da Sema no município e as portas abertas para parcerias com o órgão ambiental estadual, diante do anúncio da secretária da Sema-MT da destinação de R$ 1,3 milhões ao município. “Quero agradecer toda a equipe da Secretaria de Meio Ambiente, com quem temos uma parceria muito forte, e dizer que Rondonópolis tem uma pauta muito positiva com o meio ambiente. Essa relação é muito importante e tem que continuar somando”, disse.

Os recursos são provenientes do processo de compensação ambiental da construção da 1ª Ferrovia estadual de MT, que serão investidos nas unidades de conservação do município.

Participaram da agenda o secretário Adjunto de Administração Sistêmica, Valdinei Valério da Silva, a coordenadora de Descentralização da Sema-MT, Nilma Faria, e a secretária de Meio Ambiente do município, Kamila Carvalho Dourado.

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Diretoria Regional de Rondonópolis

A Regional conta com uma equipe multidisciplinar para prestar atendimento próximo aos moradores de 18 municípios, com fiscalização ambiental, licenciamento ambiental de atividades de indústria (LAC e LAS), de infraestrutura, de mineração, de serviços e atividades agropecuárias, entre outras atividades.

São atendidas por esta unidade as seguintes cidades: Rondonópolis; Alto Araguaia; Alto Garças; Alto Taquari; Campo Verde; Dom Aquino; Guiratinga; Itiquira; Jaciara; Juscimeira; Paranatinga; Pedra Preta; Primavera do Leste; Poxoréu; Santo Antônio do Leste; São José do Povo; São Pedro da Cipa e Tesouro.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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