MATO GROSSO
Sema-MT entrega Selo Verde a cinco empreendimentos por compromisso com a sustentabilidade
MATO GROSSO
“É muito importante para o Estado reconhecer o papel das empresas, provando mais uma vez que é viável exercer a atividade produtiva com sustentabilidade. O governo também se fez presente com ações de educação ambiental no Parque Mãe Bonifácia, para mostrar para os jovens e adultos que é desde cedo que se ensina a importância do meio ambiente”, destacou o vice-governador Otaviano Pivetta durante o evento.
Receberam o selo as Pequenas Centrais Hidrelétricas Cidezal, Telegráfica, Rondon, Parecis e Sapezal, localizadas na cidade de Sapezal (560 km de Cuiabá). Os empreendimentos são da Hydria Geração de Energia, do Grupo Bom Futuro.
“É uma forma do Governo do Estado promover boas práticas de gestão ambiental, o que tem um papel significativo no uso adequado dos recursos naturais. Todas essas iniciativas contribuem para que Mato Grosso seja protagonista da agenda ambiental brasileira”, afirmou a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.
Instituído por meio da Lei nº 8.397 de 2005, o Selo Verde representa o comprometimento dessas empresas na promoção de ações de controle e redução dos impactos ambientais, de acordo com critérios rigorosos da Secretaria. É um símbolo do esforço conjunto para preservar e proteger o meio ambiente, mostrando que é possível conciliar o desenvolvimento econômico com a proteção do meio ambiente.![]()
“O reconhecimento do Estado é muito importante para nós que estamos há mais de quarenta anos trabalhando no setor do agro, ajudando a construir este estado, e, agora, há 15 anos atuando por meio da geração de energia. Isso mostra que estamos no caminho certo, e vamos seguir com a gestão ambiental, fortalecendo as ações e agregando valor à nossa mercadoria”, afirmou Kleverson Scheffer, diretor do Grupo Bom Futuro.
Empresas que tenham o Sistema de Gestão Ambiental devidamente implantado há pelo menos um ano podem concorrer ao Selo Verde. Com o certificado, os empreendimentos têm mais credibilidade junto ao mercado para as negociações nacionais e até internacionais, já que segue os critérios do ISO 14001. A validade do documento é de até três anos.
Semana do Meio Ambiente
A Sema promoveu uma programação especial, voltada à educação ambiental, em comemoração ao Dia do Meio Ambiente, comemorado em 5 de junho. Neste domingo, o Parque Estadual Mãe Bonifácia recebeu a corrida de rua Circuito das Estações, etapa Inverno, com largada às 7h.
Durante toda a manhã, os visitantes que estiveram na unidade puderam participar de oficinas de compostagem e separação de resíduos sólidos. Já as crianças tiveram a montagem de animais da fauna silvestre em papel, ou o jogo “Trilha com o Meio Ambiente”.
Para cada atleta inscrito na corrida, uma muda será plantada em uma área degradada de pouco mais de meio hectare ao redor de uma das nascentes que deságuam no córrego Quarta-feira, curso d’água que abastece a lagoa do Parque das Águas.
Na segunda-feira (05) será realizado o plantio de mudas de árvores nativas para recuperação de uma nascente, com orientação técnica da Sema, em parceria entre a Secretaria de Segurança Pública (Sesp), o Verde Novo, projeto do Poder Judiciário idealizado pelo Juizado Volante Ambiental de Cuiabá (Juvam) e Instituto Ação Verde.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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