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Terça-feira (26): Por R$ 7 reais gasolina chega ao preço mais alto em toda história de Cuiabá

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A imagem de destaque foi em um posto localizado na Avenida Jornalista Arquimendes Pereira Lima, ainda na segunda-feira (25) os preços mais altos eram de R$ 6,99, porém, a fixação só aconteceria de fato nesta terça-feira (26), trazendo o aumento explosivo no preço dos combustíveis.

Posto vendendo gasolina por R$6,99 na última segunda-feira (25)

O presidente Jair Bolsonaro informou em uma reunião no último domingo, que o reajuste aconteceria pela segunda vez no mês de outubro, mas também prometeu que não teria impostos cobrados a mais pelo governo federal, para manter a linha de preço.

A nossa equipe também foi ver o outro lado, um posto BR da capital costuma vender mais barata a gasolina, fazendo com que mais clientes comprem lá o produto de qualidade mais em conta. Segundo o proprietário do posto Dr. Luiz Flávio, o preço deve andar junto com o estoque. Ou seja, mesmo com alterações, seu estoque deve ser vendido até o final pelo preço que foi comprado.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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