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Municípios de Ponte Branca, Araguainha e São José do Povo recebem Mutirão da Cidadania nesta semana

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MATO GROSSO

Os municípios de Ponte Branca, Araguainha e São José do Povo recebem, nos próximos dias, o Mutirão da Cidadania, idealizado pela primeira-dama de MT, Virginia Mendes, e realizado pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), com apoio municipal. A ação oferece acesso a diversos serviços sociais e de cidadania aos moradores da região.

O primeiro município a receber o Mutirão da Cidadania esta semana é Ponte Branca, distante aproximadamente 500 quilômetros de Cuiabá. Na cidade, o mutirão acontece nesta terça-feira (13.06), no Centro de Referência de Assistência Social (Cras), localizado na Avenida 7 de setembro, 405, Centro. Na quarta-feira (14.06) será a vez do município de Araguainha, distante 464 quilômetros de Cuiabá. Lá, a ação será realizada no CRAS, localizado na avenida Couto Magalhães, nº 569.

O município de São José do Povo receberá o Mutirão da Cidadania no dia 16 de junho, próxima sexta-feira, na Creche Municipal Padre Miguel Ortiz, localizada na rua Castelo Branco. A cidade está localizada na região sul do Estado e fica distante cerca de 270 quilômetros de Cuiabá e 46 quilômetros de Rondonópolis.

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Nos três municípios o Mutirão da Cidadania será realizado das 8 às 17 horas. Os serviços de cidadania e sociais que serão oferecidos aos moradores dos municípios e região são: atendimentos pela equipe do Sistema Nacional de Emprego (Sine); orientação jurídica pelo Procon estadual; roda de conversa e palestras voltadas para a prevenção e o combate à violência doméstica; emissão de carteira do idoso; foto 3×4; plastificação de documentos e requerimento de segunda via de documentos pessoais.

Desde o dia 8 de maio, a equipe da Setasc tem visitado alguns municípios levando os serviços do Mutirão da Cidadania, como São Pedro da Cipa, Juscimeira, Dom Aquino, Sorriso, Tapurah,  Conquista D’Oeste e Jauru.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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