MATO GROSSO
Inteligência artificial e seletividade serão abordados no 3º dia do 2º Laboratório de Boas Práticas dos Tribunais de Contas
MATO GROSSO
As oficinas do último dia do 2º Laboratório de Boas Práticas dos Tribunais de Contas estão divididas entre temáticas como fiscalização, inteligência artificial, sistema de integridade, planejamento e gestão e seletividade. Os projetos serão apresentados simultaneamente na manhã de sexta-feira (23). ´
O encontro é realizado pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon) em parceria com o Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) e reunirá profissionais de todo o país no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, a partir de quarta-feira (21). Clique aqui e confira a programação.
No total, o Laboratório traz 70 oficinas de boas práticas desenvolvidas por cortes de contas de todo o Brasil. Os casos de sucesso foram identificados no Marco de Medição do Desempenho (MMD-TC) de 2022, que catalogou, no total, 92 projetos que serão amplamente divulgados em ações nacionais de comunicação da Atricon.
Entre as apresentações do terceiro dia estão: Pesquisa de Macrotendências de Controle Externo (TCE-MG); Matriz de Risco para Seleção de Contas de Gestão (TCE-PA); Plenário Virtual (TCE-CE); Sistema de sorteio e distribuição eletrônico de processos aos relatores (TC-DF) e Boas Práticas em Procedimentos Digitais em Auditoria (TCU).
Tendo em vista o aprimoramento do Sistema de Controle Externo, a programação conta ainda com palestras, ciclo de debates do MMDTC, reuniões do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC) e da Associação Brasileira de Tribunais de Contas dos Municípios (Abracom).
Na ocasião, a Atricon também lançará o projeto de elaboração do Planejamento Estratégico para o ciclo 2024/2029, que será oficializado pelo presidente da Associação e conselheiro do Tribunal de Contas do Rio Grande do Sul (TCE-RS), Cezar Miola.
O Laboratório
Iniciativa do TCE-MT em 2018, o Laboratório de Boas Práticas foi incorporado pela Atricon às agendas nacionais e tem por intuito ampliar o conhecimento e networking sobre tendências, técnicas, tecnologias e soluções voltadas à construção de tribunais de contas cada vez mais modernos e efetivos.
O evento será realizado com o apoio da Associação Brasileira dos Tribunais de Contas do Brasil (Abracon), do Instituto Rui Barbosa (IRB) e do Conselho Nacional de Presidentes de Tribunais de Contas (CNPTC) e terá como público-alvo membros e servidores dos Tribunais de Contas, especialmente lideranças de controle externo.
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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