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CABO ELEITORAL DE EMANUEL

Juiz eleitoral acolhe denúncia do MP por “boca de urna” contra Marcrean Santos

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MATO GROSSO

O juiz eleitoral Francisco Alexandre Ferreira Mendes Neto acolheu denúncia do Ministério Público (MPMT) por “boca de urna” contra Marcrean Santos (PP), vereador licenciado por Cuiabá e atual secretário de Habitação e Regularização Fundiária. O fato teria ocorrido no segundo turno das eleições municipais de 2020. A defesa do parlamentar tem 10 dias para responder à acusação.

De acordo com a Promotoria, o político estava reunindo eleitores na Escola Municipal Orlando Nigro, no bairro Pedregal, para votarem em favor do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB). As pessoas que compactuavam com a proposta de Marcrean eram transportadas gratuitamente em uma caminhonete branca S-10, de Oreste Rosa de Alvarenga, também denunciado pelo órgão.

O inquérito policial juntado à denúncia aponta que policiais “presenciaram o momento em que um idoso solicitou a Marcrean um veículo para transportá-lo de volta a sua residência”.

Questionado pelos agentes de segurança, o investigado negou que fazia boca de urna e teria se aproveitado de uma aglomeração para deixar o local, “o que impossibilitou sua detenção naquele momento”, cita o Ministério Público.

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Segundo o documento, Emanuel Pinheiro foi ouvido, admitiu proximidade política com o acusado, porém, negou envolvimento e afirmou que Marcrean não trabalhava em sua campanha pela reeleição.

“Posto isto, ADOTO o rito previsto nos artigos 396 e seguintes do Código de Processo Penal para processamento do feito e DETERMINO a CITAÇÃO dos denunciados para responderem à acusação, por escrito, no prazo de 10 (dez) dias, podendo arguir preliminares e alegar tudo que interesse a sua defesa, oferecer documentos e justificações, especificar as provas pretendidas e arrolar testemunhas, qualificando-as e requerendo sua intimação, quando necessário, nos termos do art. 396-A do CPP”, determina o magistrado Mendes Neto.

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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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