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Sema e Bombeiros iniciam queimas prescritas em Unidades de Conservação neste domingo (25)

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Começa neste domingo (25.06) a queima prescrita no Parque Estadual Águas do Cuiabá e na Área de Proteção Ambiental (APA) Cabeceiras do Rio Cuiabá, promovida pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema-MT), por meio da Coordenadoria de Unidades de Conservação (CUCO) e Corpo de Bombeiros Militar (CBMMT). A atividade vai até a próxima terça-feira (27.06).

O objetivo é diminuir as áreas atingidas por incêndios no período considerado crítico, onde é proibido o uso do fogo – entre 1º de julho e 31 de outubro. Para isso, é utilizado o fogo controlado por agentes especializados, o que reduz o combustível florestal que poderia culminar em um incêndio de grande proporção.

A gerente do Parque e APA, Ana Paula Martins, destaca a importância de avisar a comunidade do entorno sobre a ação estatal, e a presença de fumaça na região, para que saibam que não se trata de queimadas ilegais. “Atuamos com planejamento e todos os cuidados necessários de prevenção para que possamos reduzir os focos de calor no período crítico”, destaca.

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A previsão é de que neste sábado aconteça uma visita prévia para analisar a área e início dos aceiros (queima de uma faixa de vegetação que impede a passagem do fogo) antes de iniciar o procedimento de queima prescrita. Já no domingo, a previsão é a queima prescrita de 40 hectares, respeitando a janela de oportunidade, que é o momento em que há situação ideal da umidade relativa do ar, da temperatura do ar e demais condições meteorológicas.

Unidades de Conservação estaduais

A Área de Proteção Ambiental Cabeceiras do Rio Cuiabá abrange os municípios de Rosário Oeste, Nobres, Nova Brasilândia, Planalto da Serra, Chapada dos Guimarães e Santa Rita do Trivelato. Com uma área de 473 mil hectares de Cerrado, tem como objetivo proteger animais silvestres e recursos hídricos, melhorar a qualidade de vida da população, fomentar o turismo ecológico e educação ambiental, e preservar as culturas e tradições locais.

O Parque Estadual Águas do Cuiabá está localizada no município de Nobres e Rosário Oeste, com uma área de 10.600 hectares de Cerrado. O objetivo da UC é proteger os recursos hídricos, viabilizar a movimentação das espécies da fauna, preservar ecossistemas, e é categorizada pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e pelo Sistema Estadual de Unidades de Conservação (SEUC) como Unidade de Conservação de Proteção Integral.

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Fonte: Governo MT – MT

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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