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Sema participa de Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá com atendimento sobre Cadastro Ambiental Rural

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) participará do Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá, realizado pelo Sindicato Rural de Cuiabá durante a durante a 55ª Expoagro. Analistas da Sema atenderão produtores rurais e responsáveis técnicos para tirar dúvidas sobre os registros de propriedades rurais no Sistema Mato-grossense de Cadastro Ambiental Rural (Simcar). O atendimento será no dia 12 e 13 de julho no Parque de Exposições Jonas Pinheiro.

O projeto Sema em Campo, que integrará o mutirão, terá a participação de dez analistas da Secretaria, responsável por fazer a aproximação com o produtor e explicar quais as pendências devem ser sanadas para dar celeridade na validação do CAR. Para participar basta a inscrição pelo link: bit.ly/ValedoCuiaba

“O mutirão para atender os produtores que possuem dúvidas e incertezas sobre a validação do seu cadastro rural vai muito além de fiscalizar. Temos buscado nos aproximar do cidadão para que ele venha para a legalidade. Acreditamos que podemos aumentar o nosso número de cadastros validados, e isso passa pelo interesse do produtor de estar regular”, destaca a secretária de Estado de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti.

Nesta semana, a secretária adjunta de Gestão da Sema, Luciane Bertinatto, se reuniu com representantes dos sindicatos de Cuiabá, Chapada dos Guimarães, Planalto da Serra, Rosário Oeste, Poconé, Acorizal, Vila Bela da Santíssima Trindade e Nova Brasilândia. A reunião aconteceu na Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato) , organizada pelo presidente da instituição, Vilmondes Tomain, que convocou os sindicatos do Vale do Cuiabá para que apoiem na mobilização dos produtores rurais.

A secretária de Gestão da Sema, Luciane Bertinatto, ressaltou a importância da mobilização de produtores rurais. “Nosso objetivo é atender o produtor rural lá na ponta, esclarecendo as dúvidas sobre os procedimentos que devem ser cumpridos para adequação dos imóveis rurais ao Código Florestal Brasileiro. Os presidentes de sindicatos têm papel fundamental nessa mobilização já que falam a linguagem do produtor e conhecem a realidade de seus municípios”.

O mutirão é organizado pelo Sindicato Rural com apoio da Sema, Famato, Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja).

No mês de junho foi realizado o 1º Mutirão Ambiental do Vale do Araguaia, em Barra dos Garças. Mais de 200 produtores rurais e responsáveis técnicos foram atendidos em 3 dias para resolverem situações relacionadas ao Cadastro Ambiental Rural (CAR).

Conheça a programação:

12 de Julho

  • 8h Abertura
  • 8h30 Palestra – Cadastro Ambiental Rural: Oportunidades e desafios na regularização do imóvel rural | Secretária Adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto
  • 10 às 17h Atendimento individualizado com analistas da Sema
  • 14h Atendimento Simcar Assentamentos | Secretária Adjunta de Gestão Ambiental da Sema, Luciane Bertinatto

13 de Julho

  • 8h às 17h – Atendimento individualizado com analistas da Sema
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Serviço | Mutirão Ambiental Vale do Cuiabá

Data: 12 e 13 de Julho (Programação abaixo)

Local: Parque de Exposições Jonas Pinheiro (ao lado da sede do Sindicato Rural de Cuiabá)

Inscrição: bit.ly/ValedoCuiaba

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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