MATO GROSSO
Estudantes da rede estadual retornam às aulas com escolas reformadas
MATO GROSSO
As Escolas Estaduais Alina Tocantins, no bairro Cidade Alta, Professora Mariana Luiza Moreira, no bairro Tijucal, ambas em Cuiabá, e a Filogônio Corrêa, no Distrito da Guia, recebem os estudantes com novas salas climatizadas, novos mobiliários, Chromebooks e kits de robótica.
“Essas obras integram um investimento de R$ 4,5 milhões e fazem parte do plano Educação 10 anos, que investe na transformação da educação pública em Mato Grosso. Os investimentos auxiliam na melhoria do ensino-aprendizagem dos estudantes e na qualidade de trabalho dos profissionais. Além disso, temos uma série de vantagens que incluem a tecnologia na educação, a internet de alta velocidade e um olhar que antecipa o futuro para os nossos estudantes, junto de uma estrutura moderna e funcional”, pontua.
“A nossa unidade foi fundada em abril de 1955, e desde então vem sendo atualizada e reformulada de acordo com as necessidades da comunidade escolar. Essa última reforma, em particular, buscou a melhoria da estrutura física para a aprendizagem dos estudantes, através de adequações e modernização nas salas de aula, possibilitando a utilização de Smart TVs, Chromebooks e demais ferramentas”, afirma.
Segundo ela, a entrega de um ambiente de trabalho nessas proporções faz diferença no bem-estar dos estudantes e profissionais que convivem diariamente. A reforma dos espaços também inclui melhorias nas áreas de convivência e aperfeiçoamentos na área administrativa da escola, ações fundamentais para melhor atender a comunidade.
“O ambiente escolar favorece o aprendizado dos estudantes. Ele consegue desenvolver seu conhecimento em vários aspectos, principalmente quando tem os instrumentos necessários para isso, como as salas climatizadas, tecnologia educacional, acessibilidade e os materiais de qualidade”, explica.
“Após a reforma de nossa escola o prédio está capacitado a receber os estudantes, inclusive os com deficiência. Contamos com turmas do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, além de aparelhos tecnológicos de última geração para melhorar o nosso aprendizado”, reforça.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso
A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.
De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.
Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.
Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.
O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:
“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.
A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.
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