Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Caminhão carregado de papelão é destruído por incêndio

Publicados

MATO GROSSO

Um caminhão carregado de papelão pegou fogo e foi destruído pelas chamas na tarde de terça-feira (18). O veículo saiu de Tangará da Serra e tinha como destino Cuiabá.

Conforme a Polícia Militar, o caso foi registrado próximo a Rosário Oeste, na MT-246.

Segundo o condutor, na praça de pedágio, após fazer o pagamento em uma das cabines, ele foi alertado por uma funcionária que o seu caminhão estava em chamas.

Quando olhou pelo retrovisor, o motorista viu a fumaça e parou seu caminhão perto de uma caixa d’água.

Os funcionários da Via Brasil tentaram apagar as chamas, mas não conseguiram.

O condutor então dirigiu para mais longe e lá o veículo foi destruído.

Quando os militares chegaram ao local o caminhão já estava carbonizado.

COMENTE ABAIXO:
Leia Também:  Seduc, SES e Jucemat aderem ao programa Integridade
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Seplag realiza evento para discutir políticas públicas de promoção ao desenvolvimento do governo digital em MT

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA