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Aula de robótica educacional é novidade na volta às aulas da Escola Ferreira Mendes

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Estudantes da Escola Estadual Francisco Alexandre Ferreira Mendes, situada no Bairro Boa Esperança, em Cuiabá, retornaram às salas de aula após as férias escolares de julho com uma atividade, até então, inédita na unidade: a robótica educacional. Nesta semana, no início do programa, que é promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), as turmas do 6º e 7º anos de Ensino Fundamental participaram de uma aula inaugural.

Atualmente, o programa está inserido em 102 escolas, impactando mais de 30 mil estudantes com o conhecimento de tecnologias educacionais.

Para o diretor da escola, professor Marlos Menezes, o primeiro dia do semestre letivo foi bastante enriquecedor com as aulas do programa de robótica. “Vimos a empolgação e o brilho nos olhos dos estudantes ao montarem o protótipo. Mais empolgação ainda foi quando o robô fez os primeiros movimentos”.

Segundo ele, se trata de uma atividade que contribui com a aprendizagem de forma muito dinâmica. “Isso vai auxiliar tanto no desenvolvimento da coordenação motora quanto na criatividade. Também, nos conceitos básicos da programação e nos conteúdos da base curricular”, comentou.

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As aulas do programa são alinhadas à Base Nacional Comum Curricular (BNCC), estimulam o pensamento computacional e o aprimoramento de habilidades e competências importantes para o desenvolvimento humano e tecnológico, por meio de uma metodologia ativa alinhada à abordagem STEAM, que utiliza os conjuntos educacionais da LEGO® Education.

A estudante Suzane Fernanda, do 6º ano, contou que adorou a aula. “Achei a aula muito legal, porque a gente trabalhou em grupo. Também aprendi a usar o tablet, mas gostei mais ainda de ver cada pecinha se encaixando e formando o robozinho”, comentou.

Também do 6º ano, o estudante Felipe Anzil, conseguiu enxergar o futuro com as aulas de robótica. “Gostei muito. É bom aprender desde cedo a montar e a estudar um robô. No futuro, se eu quiser seguir nessa profissão gostaria de ser programador”, comentou o estudante.

Os professores Valcir Borges e Patrícia Tiene Fujimura, acompanharam a aula, juntamente com a orientadora do programa SIMROBÓTICA® Jucineia Serenata. “Com o programa, os estudantes aprendem muito mais do que tecnologia. Eles têm a oportunidade de desenvolver competências e habilidades essenciais para o seu desenvolvimento pessoal e profissional”, comentou a orientadora.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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