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Projeto vai atender mais de 3 mil estudantes do Ensino Fundamental de 85 escolas da rede pública municipal

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Prefeitura de Cuiabá realiza a partir da manhã desta terça-feira (1), o Projeto Enxergar é Humanizar 2023. A meta é atender 100% dos estudantes do 1º ao 9º Ano de 85 escolas de Ensino Fundamental da rede pública Municipal, indicados pelos professores a passar pelo exame de optometria. Serão entregues aproximadamente, 3.500 (três mil e quinhentas) armações, com lentes antirreflexos. Esta semana estudantes de 12 escolas da rede publica municipal de Educação vão realizar os exames, na Secretaria Municipal de Educação, numa estrutura montada no lounge.

Iniciado em 2018 pela administração Emanuel Pinheiro, o Projeto Enxergar é Humanizar, idealizado pela primeira-dama Márcia Pinheiro, se tornou um projeto permanente da Secretaria Municipal de Educação.

O prefeito Emanuel Pinheiro falou sobre o impacto positivo do Projeto no desenvolvimento e bem-estar social dos estudantes atendidos pela rede pública municipal de educação.   “Precisamos fortalecer a educação implementando ações, programas e projetos que impactem na melhoria da qualidade de vida dos cuiabanos, na melhoria do ensino e no desenvolvimento das nossas crianças. Às vezes, as famílias não têm condições de ir a um oftalmologista, fazer um exame e comprar os óculos. O poder público, os gestores precisam ter esse olhar diferenciado, humano e administrar com responsabilidade e com o coração, olhando para as pessoas que mais precisam”, destacou o Prefeito Emanuel Pinheiro.

O Projeto compõe as ações da Política da Escola Cuiabana, onde a preservação e a qualidade de vida dos estudantes são fatores essenciais para garantir uma educação inclusiva e democrática. “Nosso objetivo é resgatar um passivo social que afeta o processo ensino aprendizagem dos estudantes matriculados na rede pública municipal de educação, assegurando o direito básico de escolarização para o cumprimento da cidadania e dignidade”, salientou a secretária Municipal de Educação, Edilene de Souza Machado.

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Histórico

O Projeto Enxergar é Humanizar atende uma das ações do Programa de Alfabetização Cuiabano (ProAC).

Em 2018, contemplou estudantes do 1º e 2º Anos do Ensino Fundamental, com o intuito de avaliar e monitorar as aprendizagens das crianças.  A partir desse monitoramento os professores identificaram uma demanda de estudantes que tinham déficit de aprendizagem relacionado com a baixa visão.

Os estudantes passaram por consultas oftalmológicas, na época em parceria com o Instituto Lions da Visão. A administração municipal entregou naquele ano, cerca de 250 óculos para estudantes das escolas das quatros regionais.

Com a pandemia, o projeto foi suspenso em 2020/2021.

Em 2022 foi retomado para os estudantes de 1º ao 6º ano em um novo formato. Numa primeira etapa os estudantes detectados com algum problema visual foram selecionados pelos professores e equipe gestora da unidade escolar e submetidos ao exame de optometria, que diagnostica as falhas de refração ou defeitos da visão – miopias, hipermetropias e astigmatismos – que são então corrigidos com óculos.  Os estudantes com casos graves, são encaminhados para consultas oftalmológicas.

O exame de Optometria é realizado dentro da própria unidade educacional e os estudantes têm a opção de escolher a armação de sua preferência.

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Neste segundo semestre de 2023, após o recesso escolar, o Projeto Enxergar é Humanizar recomeça na regional Norte, com a EMEB Firmo José Rodrigues. O optometrista já fez uma oficina para os profissionais da unidade, com o propósito de usar a ferramenta de acuidade visual, por meio da tabela snellen, para garantir uma triagem mais eficiente.

A previsão é que em seguida o projeto seja levado para as escolas do campo e outras unidades da regional Norte e demais regionais.

Unidades atendidas em 2022

As Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB) EMEB Dep. Ulisses Guimarães, Gracildes de Melo Dantas, EMEB Antônia Tita e Octayde Jorge, totalizando 110 estudantes atendidos com óculos.

O Projeto Enxergar é Humanizar já atendeu 300 estudantes (em 2018) e 110 estudantes (em 2022), totalizando 410 estudantes beneficiados.

Serviço:

Projeto Enxergar é Humanizar – 2023

Dia: terça-feira (1º) a sexta-feira (4/08)

Hora: matutino e vespertino

Local: Lounge da Secretaria Municipal de Educação

Agenda 1ª Semana

1º/08 – Matutino – EMEB Filogônio Corrêa da Costa, EMEB Silva Freire e EMEB Profª Maria Ambrósio Pommot

1º/08 – Vespertino – EMEB Profª Guilhermina de Figueiredo

02/08 – Vespertino – EMEB José Luís Borges Garcia, EMEB São João Bosco

03/08 – Matutino – EMEB Dr. Fábio Firmino  Leite, EMEB Senador Gastão de Matos Muller

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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