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Secretária de Educação esclarece dúvidas da pasta aos vereadores de Cuiabá

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A secretária Municipal de Educação, Edilene Machado, compareceu à Câmara nesta terça-feira (8), para prestar contas sobre a pasta, após convocação do vereador Kássio Coelho (Patriota) e pontuou que o encontro entre Legislativo e Executivo, foi positivo. Edilene é servidora efetiva da Educação há 39 anos.
“Não entendo como convocação. Acredito que nós, do Executivo, temos que prestar esse esclarecimento à Casa. Entendo mais como um convite e viemos apresentar um balanço referente a três pontos <questão estrutural,=”” merenda=”” escolar=”” e=”” kit=”” escolares=””>. E creio que atendemos a necessidade dos vereadores. A educação vem fazendo um bom trabalho”, disse Edilene.</questão>
De acordo com o vereador Kássio, Edilene teve a oportunidade de mostrar um relatório da gestão e esclarecer questionamentos dos parlamentares tanto da base, como de oposição – dando mais transparência.
“Foi muito bom para tirar os esclarecimentos. Eu pertenço a base do prefeito Emanuel Pinheiro, mas temos independência no Parlamento. Sempre me posiciono do lado do povo. Foi um momento bom para os colegas tirarem às suas dúvidas”, frisou.
Secom – Câmara Municipal de Cuiabá
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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