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Defesa Civil orienta a população quanto aos cuidados essenciais diante da baixa umidade relativa do ar

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A Defesa Civil de Cuiabá emite alerta à população sobre a baixa umidade do ar na região,  que nessa época do ano cai para 15%, destacando os riscos associados à saúde devido a essa condição.

Para a Organização Mundial de Saúde (OMS), o nível ideal de umidade é entre 60% e 80%e a falta de umidade no ar pode ter impactos significativos nas pessoas, exigindo a adoção de medidas preventivas, como o  consumo de água e outros líquidos, alimentação leve, dentre outros.

“A baixa umidade do ar pode levar a uma maior perda de líquidos pelo corpo, resultando em desidratação. É importante manter-se hidratado mesmo quando não se sente sede”, alerta o diretor da Defesa Civil de Cuiabá, Ozeias Souza de Oliveira.

Nos horários de pico de calor e baixa umidade, como meio-dia até o final da tarde, é recomendado evitar atividades físicas intensas ao ar livre.

“A Defesa Civil reforça a importância de seguir essas orientações para minimizar os impactos da baixa umidade do ar na saúde, especialmente em grupos mais vulneráveis, como crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. “Com a adoção de cuidados preventivos, é possível enfrentar essa condição climática desafiadora e garantir a saúde e o bem-estar de todos os moradores de Cuiabá”, finalizou.

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Orientações essenciais:

– Evitar a prática de atividades físicas (exceto natação) ao ar livre e exposição ao sol entre as 10 e 16 horas, especialmente entre as 12 e 15 horas, período de maior calor do dia, quando a umidade do ar fica mais baixa;
– Aumentar a ingestão de líquidos, que podem ser água, sucos, frutas aquosas (melancia, melão, laranja), chá, entre outros;
– Colocar vasilhas ou baldes com água nos ambientes, ou mesmo toalhas molhadas nas janelas. Se disponível, usar umidificador de ambiente, para melhorar o nível de umidade do ar;
– Na alimentação, procurar usar alimentos mais leves, com muitas folhas (saladas) e legumes (quanto mais aquoso melhor, tomate, chuchu, abobrinha) evitando produtos industrializados e enlatados, aumentar a oferta de sucos naturais, água de coco e frutas com alto teor de água (melancia, maçã, laranja, melão, uva, tangerina, manga, caju);
– Notando sinais de desconforto ou sinais de dificuldade na respiração, o auxílio médico deve ser procurado de imediato;
– Não queimar o lixo ou as folhas secas;
– Hidratar olhos e narinas com soro fisiológico

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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