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Neurilan destaca avanços de serviços da AMM: somos uma máquina trabalhando a favor dos prefeitos

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Um balanço das atividades da Associação Mato-grossenses dos Municípios (AMM), sobre as  quatro décadas de existência da instituição, aponta que houve avanços e melhorias quanto  à situação financeira e administrativa das cidades de Mato Grosso.

Criada em 1983, a AMM atua para fortalecer os municípios mato-grossenses, que passaram  a contar com uma estrutura forte e comprometida com a defesa das bandeiras municipalistas.  Para o presidente Neurilan Fraga, esses avanços foram acelerados nos últimos anos.

“Parte destas conquistas foram alcançadas a partir de 2015, quando assumimos a presidência  da AMM. Desde então, os municípios de Mato Grosso foram contemplados com repasses de  R$ 6.054.911.884,00, referente à transferência de parcelas extras do FPM, Lei Kandir, Fex,  cessão onerosa , auxílio financeiro, entre outros. Desse valor, R$1.534.301.265, 54 foram  destinados ao combate da pandemia da Covid-19 que impactou financeiramente os  municípios de todo o Brasil”, disse o presidente da AMM, Neurilan Fraga.

Segundo Neurilan, a instituição é ativa nas mobilizações, reuniões e ações lideradas pelo  movimento municipalista nacional para assegurar o reforço financeiro para o caixa das  prefeituras. “Em diversas ocasiões dialogamos com representantes do governo federal e  Congresso Nacional para defender a autonomia financeira dos municípios por meio de uma  distribuição mais justa de recursos, compatíveis com as demandas das prefeituras”,  acrescentou.

Esses incrementos de serviços que auxiliam as prefeituras, como o departamento de projetos,  bem como o apoio jurídico e institucional forte, fizeram com que, na gestão de Neurilan Fraga,  aumentasse de 62 prefeituras associadas para 130. “Hoje a AMM é uma máquina eficiente  que trabalha a favor dos prefeitos e que não dá para ser tocada por apenas dois dias na  semana. Dedico integralmente para atender todas as demandas dos gestores municipais  diariamente”, aponta Fraga.

Um dos departamentos mais procurados pelas prefeituras, por exemplo, é a Coordenação de  Projetos. O setor coordena e elabora projetos de engenharia e arquitetura que visam a  captação de recursos para a execução de obras nos municípios. O trabalho é desenvolvido  por cerca de 50 profissionais, entre arquitetos, engenheiros civis, eletricistas, sanitaristas,  ambientais, agrônomos, topógrafos e geólogos que atendem as solicitações dos gestores  municipais. Um balanço mais recente sobre a quantidade de projetos desenvolvidos pela  instituição no período de janeiro a julho deste ano, registrou 523 atendimentos aos  associados.

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“São elaborados projetos nas áreas de Saúde, Educação, Social, Infraestrutura Urbana,  Saneamento, Iluminação, Meio Ambiente, Esporte, Lazer, Turismo, Agroindústria, entre  outros. As equipes visitam os municípios e elaboram os projetos, atendendo as solicitações  dos gestores municipais. O total de economia para os municípios, desde 2015, foi de R$ 78  milhões”, finalizou.

OUTROS AVANÇOS

Na Coordenação Jurídica, que defende os interesses da instituição e também dos  municípios, são emitidos pareceres, minutas de leis e decretos, cartilhas orientativas, atas,  contratos, distrato, ofícios circulares sobre temas relevantes aos municípios, propositura de  ações, defesas judiciais e administrativas, interposição de recursos, petição ou requerimento  avulso a autoridades, realiza audiências, sustentação oral, revisão e correção de  documentos, intervenção para a solução de pendências nos órgãos federais e estaduais,  diligências, carga de processos, digitalização e envio de cópias de processos. Os  atendimentos aos gestores são presenciais, on-line ou por telefone. O total de economia para  os municípios, desde 2015, foi de R$ 41 milhões.

Já o Jornal Oficial dos Municípios, uma plataforma eletrônica que divulga diariamente, sem  custos adicionais, atos oficiais como decretos, portarias, leis, balanços, editais, extratos de  contrato, resultados de licitação, entre outros documentos. Além das prefeituras, as Câmaras  Municipais, os Consórcios de Saúde, os Consórcios de Desenvolvimento Econômico Social  e Ambiental, a Associação dos Municípios do Araguaia (AMA), a União dos Dirigentes  Municipais de Educação (Undime), a Associação Para Desenvolvimento Social dos  Municípios do Estado de Mato Grosso-APDM-MT, o Consórcio Público Intermunicipal de  Gestão dos Regimes Próprios de Previdência Social dos Municípios Mato-Grossenses  (Consprev) e o Colegiado Estadual de Gestores Municipais de Assistência Social do Estado  de Mato Grosso.

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O setor de Gerência Técnica Operacional acompanha diariamente e informa as prefeituras  sobre a arrecadação das seguintes receitas: ICMS e ICMS-Exportação, Lei Kandir, FETHAB,  FEX, FPM, Auxílio Financeiro e outros tributos da União e do Governo do Estado, elaborando  planilhas gerenciais das receitas para os gestores. Informa os indicadores econômicos, o  comportamento da arrecadação e a previsão de receitas que influenciam diretamente no  orçamento das administrações municipais. Verifica as publicações nos Diários Oficiais da  União, do Estado e do Tribunal de Contas. O total de economia para os municípios, desde  2015, foi de R$13 milhões.

A Consultoria Contábil e Econômica presta serviços e assessoria na área contábil  Orçamentária, Financeira, Patrimonial, Custo e de Gestão Administrativa. Elabora pareceres,  informativos, comunicados técnicos e artigos sobre a Contabilidade Aplicada ao Setor  Público. Acompanha as apreciações e os julgamentos de contas municipais junto ao Tribunal  de Contas do Estado. Elabora defesa de prestação de contas, representa a AMM junto aos  órgãos de controle e em conselhos estaduais. O total de economia para os municípios, desde  2015, foi de R$27 milhões.

A Gerência de Apoio aos Municípios acompanha a situação das prefeituras e consórcios  intermunicipais junto ao INSS, Caixa Econômica Federal, Receita Federal, Tribunal de  Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Procuradoria Geral do Estado (PGE) e Governo de Mato  Grosso em relação à emissão de certidões negativas e protocolo de documentos dos  municípios. O setor também faz o levantamento das pendências junto aos órgãos,  acompanha os sistemas de convênios SIGCON e Plataforma + Brasil, além de capacitar e  acompanhar os servidores municipais no cadastramento, execução, prestação de contas dos  convênios e contratos de repasses. O total de economia para os municípios, desde 2015, foi  de R$ 6 milhões.

Da Assessoria de Imprensa Neurilan Fraga  – Contato (65) 99619-6788

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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