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“Apagão” nacional deixa 343 mil imóveis sem energia em MT

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O apagão nacional ocorrido na manhã desta terça-feira (15) em boa parte do País também afetou cidades de Mato Grosso. Conforme a concessionária Energisa, 343 mil imóveis em todas as regiões do Estado ficaram sem energia. 

O ONS (Operador Nacional do Sistema) informou que um problema no sistema nacional levou a interrupção no fornecimento de 16 mil MW de carga.

A interrupção ocorreu devido a abertura, às 8h31 (horário de Brasília), da interligação Norte/Sudeste. As causas da ocorrência ainda estão sendo apuradas.

Em nota, a Energisa informou que houve um “evento externo” no Sistema Interligado Nacional, que afetou o suprimento de energia em várias localidades do País.

“Para garantir a segurança do sistema elétrico e por determinação do ONS, foi interrompido o fornecimento de energia elétrica em territórios de sua concessão. O reestabelecimento do serviço está sendo feito à medida que a ONS libera”, informou a empresa.

Por volta das 9h35, a energia já havia sido restabelecida em todo Estado. 

Na área de concessão da Energisa Mato Grosso, a última cidade a restabelecer o fornecimento foi Rondolândia. O restante já está com o atendimento normalizado. 

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Veja municípios atingidos (em atualização):

Juara, Cuiabá, Várzea Grande, Tangará da Serra, Paranatinga, Sorriso, Nova Mutum, Sapezal, Sinop, Rondonópolis, Araputanga, Confresa, Vila Rica, Campo Verde, Nova Mutum, Pontes e Lacerda, São José dos Quatro Marcos, Lucas do Rio Verde, Poconé, Diamantino, Nortelândia, Nobres, Novo Horizonte do Norte, Tabaporã, Nova Brasilândia, Primavera do Leste, União do Sul, Nova Ubiratã, Marcelândia, Jauru, São José do Xingu, Santa Cruz do Xingu, Reserva do Cabaçal, Vila Bela da Santíssima Trindade, Gaúcha do Norte, Alto Boa Vista, Santiago do Norte, Porto Alegre do Norte, Figueirópolis, Mirassol D’Oeste, Cachoeirinha, Indiavaí e Santo Antonio de Leverger e Rondolândia.

 

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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